• Estação Romana da Quinta da Abicada

    Estação Romana da Quinta da Abicada

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar - edifício tumular "Alcalar 7"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar - edifício tumular "Alcalar 7"

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar – interior do edifício tumular "Alcalar 7"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar – interior do edifício tumular "Alcalar 7"

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar – "Um dia na pré-história"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar – "Um dia na pré-história"

  • Castelo de Aljezur – Torre semi-cilindrica

    Castelo de Aljezur – Torre semi-cilindrica

  • Castelo de Aljezur – Muralha e acesso

    Castelo de Aljezur – Muralha e acesso

  • Ermida de N.S. de Guadalupe e Casa rural

    Ermida de N.S. de Guadalupe e Casa rural

  • Panorâmica da exposição no interior da Casa rural

    Panorâmica da exposição no interior da Casa rural

  • Castelo de Loulé – "Música nos Monumentos"

    Castelo de Loulé – "Música nos Monumentos"

  • Torreões do Castelo de Loulé

    Torreões do Castelo de Loulé

  • Ruínas Romanas de Milreu – Casa rural

    Ruínas Romanas de Milreu – Casa rural

  • Ruínas Romanas de Milreu – Pormenor de mosaico

    Ruínas Romanas de Milreu – Pormenor de mosaico

  • Castelo de Paderne

    Castelo de Paderne

  • Castelo de Paderne – Ruína da Ermida de N.S. da Assunção

    Castelo de Paderne – Ruína da Ermida de N.S. da Assunção

  • Ruína da Ermida de N.S. da Assunção - "Música nos Monumentos"

    Ruína da Ermida de N.S. da Assunção - "Música nos Monumentos"

  • Fortaleza e Promontório de Sagres

    Fortaleza e Promontório de Sagres

  • Capela de N.S. da Graça – "Música nos Monumentos"

    Capela de N.S. da Graça – "Música nos Monumentos"

Monumentos do Algarve Bons Momentos Promontório de Sagres Prémio Regional Maria Veleda Património Cultural Imaterial Portal Cultura Portugal

Amatores in Situ

AMATORES IN SITU

«As Ruínas de Milreu como espaço de diálogo intercultural»

As Ruínas Romanas de Milreu acolhem a última palestra do ciclo «AMATORES IN SITU», a acontecer no dia 22 de junho, às 18 horas. A palestra «As ruínas de Milreu como espaço de diálogo intercultural» será proferida por João Pedro Bernardes.

Milreu é um caso paradigmático de ocupação contínua do mesmo espaço ao longo de 20 séculos. Este lugar observou a chegada dos primeiros cristãos e a forma como conviveram com as estruturas pagã; depois, acolheu comunidades islâmicas e de novo gentes cristãs. No mesmo espaço, (re)usando as mesmas estruturas e dialogando com as mesmas técnicas e materiais construtivos, aqui se foi construindo um espaço de diálogo intergeracional, mas também intercivilizacional que exemplifica bem como fomos crescendo e se foi construindo a nossa identidade.

João Pedro Bernardes é arqueólogo, especialista em época romana. É professor associado com agregação da Universidade do Algarve, onde leciona nos cursos de licenciatura de Património Cultural e Arqueologia e ainda em vários cursos de mestrado. Tem participado e liderado em vários projetos de investigação de âmbito nacional e internacional, versando sobretudo temas de Arqueologia romana. Foi responsável por algumas escavações arqueológicas nas ruínas de Milreu.

A iniciativa AMATORES IN SITU que vai na sua 4ª edição, está integrada no programa DiVaM 2018 – Dinamização e Valorização dos Monumentos - e resulta de uma parceria entre a Direcção Regional de Cultura do Algarve, a CÍVIS – Associação para o aprofundamento da Cidadania, a Universidade do Algarve, a Associação Portuguesa de Estudos Clássicos, e tem a coordenação científica da Professora Doutora Adriana Freire Nogueira, da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da UAlg.

 

A participação é gratuita, condicionada às vagas existentes, por ordem de chegada.

 

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Direção Regional de Cultura do Algarve

geral@cultalg.gov.pt

Telef. 289 896070

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Prémio Regional Mara VeledaA apresentação de candidaturas ao Prémio Regional “Maria Veleda” | 2018 decorre até 15 de setembro.

 

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Beatriz Pessoa“Concertos ao Entardecer” apresenta Beatriz Pessoa 

O ciclo “Concertos ao Entardecer” apresenta “Beatriz Pessoa”, um espetáculo musical acontecer na Fortaleza de Sagres no dia 17 de Junho, pelas 18horas.

“Os nomes que vamos encontrar nos próximos anos”. Foi este o título escolhido pelo suplemento Ípsilon (Público) que inclui Beatriz Pessoa como artista consistente e a seguir de perto nos próximos anos. Os media apostam em 2018 como o ano de Beatri Pessoa. A comprovar estão os artigos em publicações como a revista Vogue ou, como referiu, o jornal Público “A voz que a pop roubou ao jazz.

“Concertos ao entradecer” é um projeto da Arquente Associação

Dias das Virgens Negras” e “Concertos ao Entardecer” são projetos integrados no programa DiVaM - Dinamização e Valorização dos Monumentos - organizado pela Direção Regional de Cultura do Algarve.

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Espetáculo Final - Dia das Virgens NegrasEspetáculo final “A Virgem Negra de Monserrat”

Dias das Virgens Negras encontra-se a decorrer na Ermida de Nª Sra de Guadalupe (Raposeira / Vila do Bispo). No dia 15 de Junho (das 16h às 18h30) irá acontecer a 2ª oficina de cântico por Carme Juncadella e no dia 16 de junho, das 10h30 às 13h00, irá acontecer a oficina de movimento por Catarina Costa e Silva, a partir do El Llivre Vermell de Monserrat. As oficinas são gratuitas e estão sujeitas a inscrição: associacaoocorvoearaposa@gmail.com ou telm. 914016037

Dias das Virgens Negras é um projeto de “O Corvo e a Raposa – Associação Cultural” que pretende ser uma homenagem artística às Virgens Negras no Mundo. Integra um conjunto de workshops, culminando no dia 16 de Junho, com um espetáculo final “A Virgem Negra de Monserrat”, um concerto encenado sobre o códice medieval El Libre Vermell de Monserrat, agendado para as 19 horas.

A proposta de oficina de movimento, com Catarina Costa e Silva, visa a vivência de movimentações conjuntas, colectivas intemporais e universais, associadas a actos de celebração e júbilo. A partir do Llivre Vermell este vai ser uma recriação livre, dado que não existe nenhuma certeza sob a maneira como estas danças se dançavam. Acreditamos que a aproximação mais fiel a estas danças foi feita pelo Padre Gregori Estrada, ele mesmo um padre de Montserrat na década de 70 do século passado que, estudando determinados manuscritos, encontrou uns grafismos (até então considerados manchas ou defeitos) que considerou como indicações coreográficas. O workshop serve para as pessoas vivenciarem esta experiência colectiva de forma mais profunda e integral, promovendo a vivência musical através do movimento durante o espectáculo

O Espetáculo final “A Virgem Negra de Monserrat” convida o espectador a participar numa experiência como peregrino, desde a chegada ao Templo, onde partilha com outros a narração dos milagres da Virgem, até ao interior do Templo, onde pode expressar a sua devoção e pregarias a Montserrat, até depois do oficio, fora do Tempo, onde pode dançar e desfrutar da convivência na fé com os outros peregrinos.

O espetáculo assume assim uma espécie de peregrinação interna dentro do templo de Guadalupe, em homenagem a Montserrat. Começará na zona da Entrada, na estrada, onde o público será acolhido com algumas ofertas gastronómicas, e de seguida haverá lugar a uma procissão para o Templo, compartilhando cânticos sobre os milagres da Virgem. Finalmente, dentro da Capela, ouvir-se-ão cânticos religiosos marianos, terminando, fora do Templo, com a celebração dançada.

 

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Arquiteto Luís Vassalo RosaNOTA DE PESAR

O Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, manifesta o seu profundo pesar pela morte do arquiteto Luís Vassalo Rosa.

Arquiteto e urbanista, Luís Vassalo Rosa coordenou relevantes projetos, planos diretores e urbanísticos, a par da atividade de docência que lecionava nas áreas de planeamento urbanístico e projeto em universidades portuguesas.

Prestigiado pelo trabalho desenvolvido enquanto coordenador de uma das obras mais complexas e ambiciosas no país, o Plano de Urbanização da Expo'98, deixa também um vasto e rico legado urbanístico e arquitetónico, um pouco por todo o território nacional.

Como urbanista, foram decisivos projetos de grande impacto social e urbano, como o Plano Integrado de Almada/Monte da Caparica ou o Novo Centro Urbano de Santo André e a revisão do Plano da Nova Cidade de Santo André, em Sines, que definiram a organização e o desenvolvimento destes territórios e da experiência dos seus habitantes.

Enquanto arquiteto, Luís Vassalo Rosa assinou relevantes obras de serviços da administração pública, equipamentos culturais, patrimoniais, turísticos e empresariais. Agraciado com o Prémio Valmor em 1975, pelo projeto da Igreja do Sagrado Coração de Jesus em Lisboa, foi também reconhecido pelo desenvolvimento de projetos como o da Nova Sé Catedral em Bragança, os Novos Tribunais de Monsanto ou a recuperação do Palácio do Alvito em Lisboa.

Cidadão ativo na vida cultural do país, Luís Vassalo Rosa dedicou a sua vida à causa pública, destacando-se também o trabalho que desenvolveu em várias organizações, associações e sindicatos nas áreas da arquitetura e urbanismo.

À Família enviam-se sentidas condolências.

Luís Filipe de Castro Mendes

8 junho, 2018

Albano MartinsNOTA DE PESAR

O Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, manifesta o seu profundo pesar pela morte do poeta Albano Martins.

Poeta, mas também tradutor, Albano Martins tem uma vasta obra reconhecida em Portugal e no estrangeiro. Os seus poemas encontram-se traduzidos em várias línguas.

Albano Martins destacou-se pela tradução de autores de língua espanhola, como Pablo Neruda, Nicanor Parra e Rafael Alberti, e ainda da poesia greco-latina representada na Antologia Palatina e Antologia de Planudes.

Autor rigoroso, que nunca fez concessões ao facilitismo, lutando, pelo contrário, pela exigência da palavra escrita, colaborou em muitos jornais e revistas nacionais e espanhóis.

Os prémios, distinções e homenagens que lhe foram atribuídos mostram bem a qualidade da sua obra e o seu perfil rigoroso como homem.

A sua última publicação, intitulada Poemas Escolhidos, é já de 2018, e nela estão reunidos 99 poemas acompanhados por desenhos de José Rodrigues.

À Família enviam-se sentidas condolências.

 

Luís Filipe de Castro Mendes

6 junho, 2018

Momo“Concertos ao Entardecer” - Momo

Os “Concertos ao Entardecer” regressam à Fortaleza de Sagres. Depois de Tomara no passado dia 27 de maio é a vez de Momo, num concerto agendado para o dia 10 de junho, no Auditório da Fortaleza de Sagres, às 18 horas.

O projeto “Concertos ao Entardecer” teve início em Faro, em 2011, na Galeria Arco e estendeu-se à Fortaleza de Sagres em 2014. A finalidade é aliar projetos musicais emergentes, essencialmente do panorama nacional, a uma componentes paisagística, arquitectónica e histórica. O público alvo é o público melómano, que procura novas experiências musicais, novas sonoridades, espaços não convencionais, que procura surpreender-se.

O cantor e compositor Momo, alcunha musical de Marcelo Frota, tem no seu grupo de seguidores nomes como Patti Smith e David Byrne, gigantes que partilharam a sua música em playlists e murais de facebook. Camané é um dos seus mais recentes fãs confessos deste brasileiro que escolheu Portugal para viver: “Para além de amigo do Marcelo, fiquei fã da música do Momo. Passei a ouvir os seus discos em casa e a assistir aos seus concertos. É um excelente letrista, com sensibilidade para retratar o quotidiano, em especial, o de Alfama, onde viveu durante este último ano” conta o fadista.

Momo lançou vários álbuns que mereceram o aplauso e reconhecimento internacional. Voá é o seu último disco (2017), que une o samba e o fado e que “representa a mudança geográfica, a travessia do Atlântico, essa coisa do além-mar “ — conta o andarilho Momo.

Esta iniciativa, integrada no programa DiVaM 2018 – Dinamização e Valorização dos Monumentos - resulta de uma parceria entre a Direcção Regional de Cultura do Algarve e a Arquente – Associação Cultural.

Trata-se ainda de uma ação integrada na programação do Dia de Portugal e do Ano Europeu do Património Cultural

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Monumentos do Barlavento acolhem projetos artísticos de participação comunitária:

Linhas Cruzadas - Aljezur“Linhas Cruzadas – Fio da memória # 1 Percorrer”

No próximo dia 9 de junho irão acontecer as ações “Linhas Cruzadas – Fio da memória # 1 Percorrer” no Castelo de Aljezur e “Dias das Virgens Negras” na Ermida de Nª Sra de Guadalupe, projetos de dinamização e valorização dos monumentos que envolvem a participação das comunidades.

Pelas 10h30 inicia-se o ciclo “Linhas Cruzadas”– Fio da Memória # 1 Percorrer, no Castelo de Aljezur, um projeto da Tertúlia Associação Sócio – Cultural de Aljezur, com Leonor Morais e Conceição Gonçalves.

Este é um projeto que trabalha o fio da memória – da memória escrita, oficial, da História, e da memória tecida de pequenas histórias, de lendas, de gestos quotidianos, que perduram na memória de alguns habitantes de Aljezur – confrontado -a com novas perspectivas, com olhares jovens, alguns ainda inocentes, através do convite à reflexão e criação em torno do tema “Património que Futuro?”, o tema central do programa DiVaM.

A “performance” inicia-se com um momento de partilha de histórias e memórias em torno do castelo, sendo convidadas várias pessoas com diferentes percursos de vida. Segue-se um momento dedicado ao desenho (ou outras formas gráficas), recorrendo a diferentes técnicas e um momento dedicado à recolha dos segredos/lembranças que serão entregues a todos os participantes. Haverá ainda uma caminhada até à Ribeira de Aljezur onde se relembra a lenda do rio Lethes e lança-se ao rio um origami gigante com uma mensagem.

A atividade terá a duração de cerca de 3h e meia e convidam-se todos os participantes a trazer roupa confortável, chapéu e pequeno lanche para picnic.

 

“El Livre Vermell”, com Carmen Juncadella

Dias das Virgens Negras encontra-se a decorrer na Ermida de Nª Sra de Guadalupe (Raposeira / Vila do Bispo). No dia 9 de junho, das 16hàs 18h30 irá acontecer a 1ª oficina de cânticos “El Livre Vermell”, com Carmen Juncadella.

Dias das Virgens Negras é um projeto de “O Corvo e a Raposa – Associação Cultural” e que pretende ser uma homenagem artística às Virgens Negras no Mundo, particularmente a Virgem de Guadalupe e a Virgem de Montserrat e integra uma série de eventos, nomeadamente workshops de artes plásticas, cânticos e movimento, culminando no dia 16 de Junho, com um concerto encenado sobre o códice medieval El Libre Vermell de Monserrat.

O Manuscrito do El Llivre Vermell, datado de finais do século XIV, constitui uma espécie de manual que os padres produziram para acolher e guiar espiritualmente os numerosos peregrinos que ao Mosteiro da Virgem Negra de Monserrat se deslocavam. Os padres de Montserrat criaram danças e cantos com temática mariana, para assegurar que os momentos de albergue eram também orientados para a devoção à Virgem.

As oficinas são gratuitas e estão sujeitas a inscrição: associacaoocorvoearaposa@gmail.com ou telm. 914016037

Linhas Cruzadas – Fio da memória” e “Dias das Virgens Negras” constituem actividades DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos – programa cultural organizado pela Direção Regional de Cultura do Algarve que integra o Ano Europeu do Património Cultural 2018.

 

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10 de Junho 2018«As Bibliotecas» – Da biblioteca virtual europeia à mais pequena biblioteca do “fim do mundo”

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

No dia 10 de junho comemora-se o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, no Promontório de Sagres, com uma iniciativa em torno do tema das bibliotecas, num programa versátil, dando a conhecer a importância destes lugares físicos ou virtuais, como fonte de conhecimento, de inspiração e de partilha, ao mesmo tempo que se pretende homenagear a língua portuguesa nas suas diversas expressões. Iniciativa que integra o Ano Europeu do Património Cultural 2018.

O programa terá início pelas 16 horas com a apresentação do projeto “Europeana – pensar Cultura”, por Ana Lopes do Centro Europe Direct (CCDR Algarve). A Europeana é uma biblioteca virtual desenvolvida pelos países da União Europeia, com o propósito de constituir uma plataforma digital da herança cultural europeia, através da qual os cidadão pudessem aceder a imagens, texto, som, vídeo e material em 3D de museus, bibliotecas e galerias de toda a Europa. Para mais informações consulte: https://www.europeana.eu/portal/pt #EuropeForCulture

O programa prossegue com a apresentação da mais pequena biblioteca da região, por Dário Teixeira, responsável pelo projeto de criação da biblioteca de Sagres e da recém inaugurada “cabine de leitura”, realizado com o contributo da comunidade local, seguida da exposição de Rui Soares, pedagogo e presidente da Associação Internacional de Paremiologia, abordando o tema da biblioteca na perspetiva do fortalecimento da identidade cultural e evidenciando o poder dos provérbios como fonte de conhecimento.

“Leituras na Paisagem” a acontecer pelas 17h20 será momento de homenagem ao livro e a0 prazer de ler, a oportunidade de viver o prazer da leitura conjunta, através de um percurso performativo e participativo de leitura em voz alta, baixinho ou sussurrando, de descoberta de alguns autores da lusofonia e do espaço físico e patrimonial do promontório. “Leituras na Paisagem” é uma criação de Conceição Gonçalves - Tertúlia - Associação Sócio - Cultural de Aljezur.

O programa termina pelas 18 horas com o concerto de Momo, integrado no ciclo “Concertos ao Entardecer” a acontecer no auditório da Fortaleza de Sagres, uma produção da Arquente Associação Cultural.

O cantor e compositor Momo, alcunha musical de Marcelo Frota, tem no seu grupo de seguidores nomes como Patti Smith e David Byrne. Camané é um dos mais recentes fãs confessos deste brasileiro que escolheu Portugal para viver: “É um excelente letrista, com sensibilidade para retratar o quotidiano, em especial o de Alfama (…). É esse bairro – pelo qual Momo é mais apaixonado do que a maioria dos portugueses – que dá nome à canção que me convidou para cantar com ele” conta o fadista. Momo lançou vários álbuns que mereceram o aplauso e reconhecimento internacional. Voá é o seu último disco (2017), que une o samba e o fado e que “representa a mudança geográfica, a travessia do Atlântico, essa coisa do além-mar “ — conta o andarilho Momo.

Esta é uma iniciativa que integra o Ano Europeu do Património Cultural 2018, organizada pela Direção Regional de Cultura do Algarve em colaboração com o Centro Europe Diret (CCDR – Algarve), Biblioteca de Sagres / Clube do livro, Associação Internacional de Paremiologia, Tertúlia Associação Sócio – Cultural de Aljezur e Arquente - Associação Cultural.

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Escrita com humor

Dias das Virgens Negras

“DIAS DAS VIRGENS NEGRAS ”

Oficinas de desenho, cânticos e movimento

A Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe acolhe o projeto “Dias das Virgens Negras”.

Trata-se de uma homenagem artística às Virgens Negras no Mundo, particularmente a Virgem de Guadalupe e a Virgem de Montserrat e integra uma série de eventos, nomeadamente workshops de artes plásticas, cânticos e movimento, culminando no dia 16 de Junho, com um concerto encenado sobre o códice medieval El Libre Vermell de Monserrat.

A primeira actividade irá acontecer já no próximo dia 2 de junho, das 16 h às 18h30 e consiste numa oficina de desenho orientada por Mara Taquelim.

A oficina trabalhará in situ a tradição do culto à Virgem de Guadalupe no local histórico da capela, procurando contudo uma abordagem lúdica e plástica. A atividade será aberta ao público em geral e destina-se a quem não tenha receio de manchar as mãos com carvão. Irá ser também utilizada a colagem de tecidos acabados de chegar de África. O resultado da oficina será exposto no fim da sessão, mantendo-se durante 2 semanas na ermida até ao final do projeto “Os Dias das Virgens Negras”. A oficina é gratuita e está sujeita a inscrição: associacaoocorvoearaposa@gmail.com ou telm. 914016037

Dias das Virgens Negras é uma iniciativa integrada no programa DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos – programa cultural que este ano tem como tema central “Património, que Futuro?” e resulta de uma parceria entre a Direção Regional de Cultura do Algarve e a “O Corvo e a Raposa Associação Cultural” e está integrado no Ano Europeu do Património Cultural 2018.

 

Próximos eventos “Dias das Virgens Negras”:

09 de Junho 16h00 -18h30

15 de Junho 16h00 -18h30

Virgem Negra de Montserrat | El Libre Vermell de Monserrat

Oficinas de Cânticos por Carme Mampel

16 de Junho 10h30-13h00

Virgem Negra de Montserrat | El Libre Vermell de Monserrat

Oficina de Movimento por Catarina Costa E Silva

16 de Junho 19h00

Virgem Negra de Montserrat | El Libre Vermell de Monserrat

Espetáculo final

Concerto Coro Internacional de Aljezur convida Catarina Costa e Silva (encenação e voz), Daniela Tomaz (flautas e adufe), Joana Godinho (voz e saltério). Participação especial de Xavier Pagès i Torroja, barítono, Maestro Coral Ars Nova de Martorell (Catalunha) e Fundador do grupo de música antiga "Cum Cantico".

 

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António Loja NevesNota de Pesar

O Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, expressa o seu profundo pesar pela morte de António Loja Neves.

António Loja Neves destacou-se como jornalista, cineasta, programador, realizador e poeta. Na área do cinema, trabalhou em programação, realização, festivais ou como júri. António Loja Neves ganhou o Prémio Revelação de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, pelo livro “Barcos, íntimas marcas”, em 2002. Já em maio deste ano, lançou o livro “Arménia – Povo e Identidade”, com Margarida Neves Pereira.

Empenhado na vida política e cultural, também dos PALOP, ficou conhecida a sua paixão por Cabo Verde e pela literatura africana.

Neste momento particularmente triste, é imperativo reconhecer que o seu ativismo político foi sempre marcado pela luta anticolonial e antirracista. A sua voz crítica e a sua paixão pela cultura irão fazer-nos falta daqui em diante.

À Família enviam-se sentidas condolências.

28 de maio 2018

Luís Filipe de Castro Mendes

 

Museus de Faro e LouléMuseus do Algarve mais uma vez distinguidos nos Prémios APOM 2018

A Direção Regional de Cultura do Algarve congratula-se e demonstra a sua satisfação com a distinção dos Museus Municipais de Faro e de Loulé, nos prémios da APOM (Associação Portuguesa de Museologia) deste ano.

Nas 26 categorias de prémios consagrados pela Associação, o Museu Municipal de Faro foi distinguido no Prémio Transporte de Património, e o Museu Municipal de Loulé, nos Prémios de Educação e Mediação Cultural, de Parceria e no de Catálogo. No caso do Museu Municipal de Loulé os dois prémios comungam da colaboração direta do Museu Nacional de Arqueologia, sob tutela da Direção Geral do Património Cultural.

Dar a conhecer e distinguir as boas práticas é uma forma fundamental para sensibilizar o aparecimento de novas propostas e para criar referências positivas no sector, e no território onde se inserem.

Reconhecem-se desta forma os esforços de difusão e desenvolvimento cultural destes importantes equipamentos no nosso território e na relação que procuram diariamente promover com as suas diferentes comunidades de visitantes.

Certamente que este resultado tem muitas pessoas e colaboradores envolvidos, para quem também fica a nossa palavra de apreço.

É um compromisso e um desafio de todos melhorar o acesso à cultura, aos museus e às colecções junto dos diferentes visitantes, pelo que, é fundamental esta partilha de boas notícias.

Há assim várias razões para celebrar e reforçar esta nota de congratulação com os prémios alcançados.

 

Alexandra Rodrigues Gonçalves

Direção Regional de Cultura do Algarve

28.05.2018

 AMATORES IN SITU

AMATORES IN SITU

«A representação dos moinhos na literatura da Antiguidade»

No dia próximo dia 30 de maio, às 18h, realiza-se nas Ruínas Romanas de Milreu, a quinta palestra do ciclo «AMATORES IN SITU», intitulada «A representação dos moinhos na literatura da Antiguidade», proferida por Ana Isabel Soares.

Os moinhos eram usados na Grécia Antiga e em Roma, com as funções que ainda hoje lhes conhecemos. Esta perenidade também nos chegou através da literatura e serão alguns desses exemplos que serão analisados.

Ana Isabel Soares é doutorada em Teoria da Literatura pela Universidade de Lisboa e Professora Auxiliar na Universidade do Algarve, onde tem tido a cargo aulas nas áreas de Literatura Inglesa, Teoria da Literatura, Literatura e Cinema, História do Cinema, Teoria da Imagem, e Estudos Culturais e onde dirige o Mestrado em Comunicação, Cultura e Artes. Fez pós-doutoramento sobre Poesia e Cinema Documental Português (Faculdade de Letras de Lisboa, 2009-2010). É membro integrado do CIAC-Centro de Investigação em Artes e Comunicação. Tem publicado artigos e orientado seminários em várias universidades sobre literatura portuguesa (principalmente poesia contemporânea) e sobre cinema português.

Esta iniciativa, que vai na sua 4ª edição, está integrada no programa DiVaM 2018 – Dinamização e Valorização dos Monumentos - e resulta de uma parceria entre a Direcção Regional de Cultura do Algarve, a CÍVIS – Associação para o aprofundamento da Cidadania, a Universidade do Algarve, a Associação Portuguesa de Estudos Clássicos, e tem a coordenação científica da Professora Doutora Adriana Freire Nogueira, da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da UAlg.

A participação é gratuita, condicionada às vagas existentes, por ordem de chegada.

 

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Eduardo Souto MouraNOTA DE CONGRATULAÇÃO

O Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, congratula o arquiteto Eduardo Souto de Moura pela distinção recebida na Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza.

Eduardo Souto de Moura vence o Leão de Ouro da 16ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza com o projeto “São Lourenço do Barrocal”, realizado no Alentejo.

Com vista sobre Monsaraz e banhado pelas águas do Alqueva, um monte agrícola do século XIX foi reconvertido por Souto de Moura num hotel, recriando todo um povoado, recuperando o espaço existente e respeitando todos os elementos do edificado e naturais envolventes. Uma obra absolutamente excecional que merece ser conhecida e vivida, e que resume o tema geral da exposição da Bienal de Veneza, “Freespace/Espaço Livre”.

Souto de Moura está integrado em diversas exposições nesta Bienal de Veneza, o que representa uma oportunidade única para conhecer e experienciar as suas propostas e apreciar a forma surpreendentemente inteligente e delicada de expor as suas criações.

No Pavilhão de Portugal, Souto de Moura é um dos arquitetos selecionados pelos curadores com o projeto da Estação de Metro de Nápoles, uma obra realizada com Álvaro Siza e Tiago Figueiredo.

Em “Public Without Rethoric”, a Representação Oficial Portuguesa organizada pelo Ministério da Cultura/Direção Geral das Artes, com curadoria de Nuno Brandão Costa e Sérgio Mah, Portugal apresenta um conjunto de doze edifícios de arquitetos portugueses de várias gerações, que abordam e refletem sobre o edifício público e as formas de intervenção destas obras na vida social e cultural dos cidadãos.

Também a capela de autoria de Eduardo Souto de Moura inaugurada ontem no Pavilhão da Santa Sé, é impressionante pela consistência e simplicidade simultâneas. Um pequeno espaço de culto, todo em pedra calcária, integrado no ambiente verde dos Jardins do Vaticano em San Giorgio Maggiore.

Portugal é uma presença assídua e cada vez mais reconhecida no contexto das bienais internacionais de arquitetura e de artes. Portugal tem sido continuamente destacado pela qualidade dos seus autores, das suas propostas artísticas, pelo profissionalismo das suas equipas e pela capacidade que estes projetos têm de deixar uma marca indelével na história das artes.

A arquitetura portuguesa é - soube sempre ser - de todos os portugueses e, simultaneamente, do mundo. Aos arquitetos que têm contribuído para a excecionalidade e notoriedade da arquitetura portuguesa, um agradecimento especial pela forma como têm enriquecido o património criativo e crítico do país e pela promoção da cultura portuguesa no mundo.

Parabéns à Arquitetura portuguesa e a todos os profissionais do setor das artes!

Luís Filipe de Castro Mendes

26 maio, 2018