• Estação Romana da Quinta da Abicada

    Estação Romana da Quinta da Abicada

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar - edifício tumular "Alcalar 7"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar - edifício tumular "Alcalar 7"

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar – interior do edifício tumular "Alcalar 7"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar – interior do edifício tumular "Alcalar 7"

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar – "Um dia na pré-história"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar – "Um dia na pré-história"

  • Castelo de Aljezur – Torre semi-cilindrica

    Castelo de Aljezur – Torre semi-cilindrica

  • Castelo de Aljezur – Muralha e acesso

    Castelo de Aljezur – Muralha e acesso

  • Ermida de N.S. de Guadalupe e Casa rural

    Ermida de N.S. de Guadalupe e Casa rural

  • Panorâmica da exposição no interior da Casa rural

    Panorâmica da exposição no interior da Casa rural

  • Castelo de Loulé – "Música nos Monumentos"

    Castelo de Loulé – "Música nos Monumentos"

  • Torreões do Castelo de Loulé

    Torreões do Castelo de Loulé

  • Ruínas Romanas de Milreu – Casa rural

    Ruínas Romanas de Milreu – Casa rural

  • Ruínas Romanas de Milreu – Pormenor de mosaico

    Ruínas Romanas de Milreu – Pormenor de mosaico

  • Castelo de Paderne

    Castelo de Paderne

  • Castelo de Paderne – Ruína da Ermida de N.S. da Assunção

    Castelo de Paderne – Ruína da Ermida de N.S. da Assunção

  • Ruína da Ermida de N.S. da Assunção - "Música nos Monumentos"

    Ruína da Ermida de N.S. da Assunção - "Música nos Monumentos"

  • Fortaleza e Promontório de Sagres

    Fortaleza e Promontório de Sagres

  • Capela de N.S. da Graça – "Música nos Monumentos"

    Capela de N.S. da Graça – "Música nos Monumentos"

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Em Destaque

NOTA DE CONGRATULAÇÃO

Prémio Oceanos 2019

A Ministra da Cultura, Graça Fonseca, felicita vivamente a escritora Djaimilia Pereira de Almeida, vencedora do Prémio Oceanos 2019, com o romance Luanda, Lisboa, Paraíso, uma história da diáspora que explora os dramas da mudança, da desilusão e da doença.

O júri do Prémio, formado pelos portugueses Daniel Jonas e Manuel Frias Martins, e pelas brasileiras Eliane Robert Moraes, Maria Esther Maciel e Verónica Stigger, decidiu atribuir o segundo lugar ao romance Eliete, da portuguesa Dulce Maria Cardoso, e o terceiro lugar ao romance Sorte, da brasileira Nara Vidal.

O Prémio Oceanos é um dos mais importantes da língua portuguesa e resulta de uma parceria entre o Ministério da Cultura de Portugal e o Instituto Itaú Cultural, Brasil.

Esta iniciativa tem-se destacado como um relevante instrumento para a consolidação e promoção da língua portuguesa, numa parceria entre entidades públicas e privadas. O Prémio representa um diálogo fundamental entre as várias culturas que partilham a mesma língua, expressando, em simultâneo, a sua transversalidade e a força de diversos géneros literários, da prosa à poesia, promovendo a língua portuguesa como um património comum de vários países.

Parabéns a todos os escritores distinguidos nesta edição do Prémio Oceanos!

Graça Fonseca

5 dezembro, 2019

Cartaz

Dr. Mendonça Neves

NOTA DE PESAR

A Direção Regional de Cultura do Algarve lamenta o falecimento e presta homenagem ao Dr. Alberto José Mendonça Neves, dirigindo os mais sentidos pêsames à sua família e amigos.

O Dr. Mendonça Neves fundou e dirigiu o Departamento de Psiquiatria do Hospital de Faro e foi um dos fundadores da Associação de Saúde Mental do Algarve (ASMAL), tendo sido agraciado em 2009 com a Medalha de Mérito de Grau de Ouro pelo Ministério da Saúde. Foi dirigente do Círculo Cultural do Algarve e um dos fundadores da CIVIS – Associação para o Aprofundamento da Cidadania. Cineclubista ativo, foi durante duas décadas Presidente da Assembleia Geral do CINECLUBE DE FARO tendo-lhe sido atribuído o título de Sócio Honorário em 1996. Mais recentemente, é de destacar igualmente a sua participação ativa na TERTÚLIA FARENSE.

O seu desaparecimento constitui uma perda cultural para a Região Algarvia e a cidade de Faro em particular.

Apresentação pública da Hemeroteca Digital do Algarve

No próximo dia 8 de dezembro, pelas 15:30h, na Fundação Manuel Viegas Guerreiro, em Querença, irá ser apresentada publicamente a Hemeroteca Digital do Algarve.

A Hemeroteca Digital do Algarve (HDA) resulta de uma ideia de Luís Guerreiro, apresentada a votação no âmbito do Orçamento Participativo de Portugal de 2017 (OPP2017), que pretende reunir, num único ponto de acesso, uma coleção que se encontra fisicamente dispersa por várias bibliotecas, arquivos e museus de Portugal.

Esta ideia vencedora do OPP2017 foi a mais votada na região algarvia, mobilizando muitos à volta de um projeto (conseguiu reunir 703 votos) e sua concretização irá permitir que todos os que queiram saber mais sobre o Algarve, e não só, tenham a partir de casa acesso a todo este espólio. Foi graças à adesão e à votação de todos que se conseguiu que de ideia se passasse a realidade, que irá agora ser apresentada num espaço também ele ligado a Luís Guerreiro, co-fundador e primeiro presidente desta Fundação.

Sobre a hemeroteca podemos dizer que irá oferecer o acesso universal aos jornais e revistas produzidos no Algarve a partir de 1810, contando com um sistema que proporciona novas funcionalidades de pesquisa das publicações digitalizadas e dos seus conteúdos.

Numa primeira fase, o utilizador poderá aceder aos números disponíveis para cada publicação, pesquisando por título, autor (diretor ou redator), data e local de edição. A base de dados encontra-se ainda em fase de carregamento de mais de 400 publicações periódicas, entre elas jornais, revistas, boletins, almanaques, entre outros, editados no Algarve, num total de mais de 200.000 imagens em formato digital.

Numa segunda fase, em desenvolvimento, o utilizador terá ao seu dispor a possibilidade de pesquisar, por palavra ou assunto, no texto integral, logo a partir dos módulos de pesquisa.

Cumprindo o Código dos Direitos de Autor e dos Direitos Conexos, em 2019 ficam disponíveis os títulos publicados entre 1810 e 1949, sendo os restantes incluídos nos anos subsequentes. No entanto, o leitor poderá consultar a totalidade da coleção digital nas instalações físicas da Biblioteca da Universidade do Algarve – António Rosa Mendes, entidade que ficará a gerir esta coleção.

Representação de Portugal em Guadalajara com stand oficial e 11 autores de língua portuguesa

fotos do stand de Portugal na FIL de Guadalajara 2019Portugal estará presente na próxima Feira Internacional do Livro de Guadalajara (FIL) 2019, no México, com um stand oficial e uma comitiva que integra 11 autores, que se têm destacado nos domínios da narrativa, da poesia e da ilustração.

No certame, que decorre entre 30 de novembro e 8 de dezembro e que é o maior e o mais importante em língua espanhola, integram a comitiva de autores de língua portuguesa os escritores Afonso Cruz, Alexandra Lucas Coelho, Cláudia R. Sampaio, David Machado, Luís Quintais, Patrícia Portela, Raquel Nobre Guerra e Vasco Gato, o escritor angolano Ondjaki e as ilustradoras Mariana, a Miserável, e Yara Kono. Um conjunto de autores que revela a força e a dinâmica atuais da literatura e da ilustração em língua portuguesa e que procura também representar as novas gerações nestas áreas.

No stand oficial de Portugal - Livraria ao Espelho - estarão à venda 4000 exemplares, de 800 títulos, de diversas áreas da cultura portuguesa, tanto na nossa língua como em língua espanhola. O stand tem a dimensão de 72 m2 e foi projetado pela agência criativa do Turismo de Portugal, I.P., partindo do pressuposto que a criação literária e artística “espelha” a vida e, por isso mesmo, “joga” com o princípio do reflexo.

Durante a FIL, os autores portugueses participarão em diversas iniciativas que integram a programação oficial. Os escritores terão sessões nas “Galas de El Placer de la Lectura”, no “Salón de Poesia”, no “Festival de Letras Europeas”, assim como nos encontros de “Literatura en Lengua Portuguesa”. As ilustradoras participarão nos debates e workshops da VIII FILUSTRA e no “Foro Internacional de Diseño Industrial”.

fotos do stand de Portugal na FIL de Guadalajara 2019A programação própria do stand de Portugal incluirá sessões moderadas por estudiosos da literatura portuguesa, tradutores e editores latino-americanos e mexicanos, debates, leituras e a apresentação de obras dos autores presentes, mas também de obras que foram recentemente traduzidas para o mercado da América Latina, como as da escritora Lídia Jorge.

Os escritores Afonso Cruz, Alexandra Lucas Coelho e Patrícia Portela estarão ainda no Leitorado de Cultura Portuguesa, na Universidade de Guadalajara, para divulgar e debater com estudantes, professores e outros interessados pela cultura portuguesa, quer as suas obras, quer as tendências mais recentes da nossa narrativa.

Portugal foi o país convidado de honra da edição de 2018 da FIL: um êxito que se refletiu no número de obras traduzidas e editadas no México e em outros países da América Latina, mas também no interesse crescente dos editores de língua espanhola pelas obras em língua portuguesa.

No quadro da Ação Cultural Externa, as áreas governativas dos Negócios Estrangeiros e da Cultura consideram estratégica a participação em feiras internacionais do livro de referência para o crescimento, promoção e maior internacionalização da cultura portuguesa no mundo.

 

A Direcção Regional de Cultura do Algarve (DRCA) junta-se às Jornadas Europeias do Património

erminda-nossa-senhora-guadalupeErmida de Nossa Senhora de Guadalupe: Experiência global e multi-sensorial num templo rural

A Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe constitui um ponto marcante no território na viagem entre Lagos e Sagres e integra-se numa paisagem ondulante de suaves colinas onde afloram os arenitos, o designado grés de Silves, ou “pedra farinheira”, como na região de Vila do Bispo é conhecida.

Reconhecido como um dos mais antigos testemunhos do gótico na região algarvia e um importante elemento patrimonial de particular relevância histórica, este templo constitui nos dias de hoje um importante lugar de memória para as comunidades locais.

O “Projeto de Acessibilidade Física, Informativa e Sensorial”, recentemente aprovado pelo Turismo de Portugal, no âmbito de uma candidatura da Direção Regional de Cultura do Algarve à Linha de Apoio ao Turismo Acessível do “Valorizar – Programa de Apoio à Valorização e Qualificação do Destino”, pretende munir o edifício da ermida de condições de acessibilidade física, informativa e sensorial, de forma compatível e coerente com a dimensão sagrada deste espaço, com as crescentes necessidades devido à afluência de públicos e com as dinâmicas especificas de funcionamento deste monumento nacional.

(+ texto completo da participação da DRCAlg no suplemento do Postal Cultura Sul)

 

Rede de teatro e CineteatrosRede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP)

Foi publicada no dia 2 de setembro a Lei n.º 81/2019 que cria a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP), sendo igualmente estabelecido o programa de apoio à programação dos teatros e cineteatros que a integram.

A RTCP visa a descentralização de recursos, o planeamento, a mediação, a qualificação e a cooperação entre os teatros e cineteatros existentes no País, bem como a promoção da qualificação dos recursos humanos a eles afetos.

A RTCP é composta pelos teatros e cineteatros existentes no território nacional, nomeadamente municipais, que pretendam aderir voluntariamente e sejam credenciados.

Esta lei aplica-se aos teatros e cineteatros que correspondam a instituições de caráter permanente, dotadas de uma estrutura organizacional com condições para a realização regular de espetáculos de natureza artística e que garanta uma programação que fomente a democratização do acesso à cultura, a cooperação institucional entre os diferentes níveis de administração, a participação na correção de assimetrias, a coesão territorial e o desenvolvimento das populações.

Esta lei entra em vigor no dia 1 de janeiro de 2020.

in DGARTES 

Ribal de ArrifanaCultura estabelece protocolo para requalificar Ribat da Arrifana

A área governativa da Cultura, o Município de Aljezur, a Universidade Nova de Lisboa e o Aga Khan Trust for Culture assinam no dia 10 de julho um protocolo de parceria estratégica para investigar, preservar e divulgar o sítio arqueológico Ribat da Arrifana, em Aljezur.

Classificado como Monumento Nacional, o Ribat da Arrifana é considerado uma das mais importantes descobertas arqueológicas do século XXI.

O protocolo que será assinado já na próxima quarta-feira, às 18h30, no Centro Ismaelita de Lisboa, prevê a criação de um grupo de trabalho técnico, que irá definir um plano de ação plurianual para a criação e gestão de um centro interpretativo do Ribat da Arrifana.

A parceria estratégica entre a área governativa da Cultura - através da Direção Geral do Património Cultural e da Direção Regional de Cultura do Algarve-, a Universidade Nova de Lisboa - através da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas e do Instituto de Arqueologia e Paleociências - e o Aga Khan Trust for Culture tem como objetivos garantir a proteção legal do sítio arqueológico, preservar o contexto paisagístico onde se insere, conservar o espólio arqueológico existente no local e promover a investigação académica.

O Ribat da Arrifana é referenciado como convento de monges guerreiros muçulmanos e começou a ser edificado em meados de 1130 da era cristã por iniciativa de Ibn Qasi, personagem histórica natural de Silves, líder da oposição aos Almorávidas e temporariamente aliado do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques.

Tendo em conta o valor histórico e arqueológico do Ribat da Arrifana, o acordo que será assinado contribui para a valorização inequívoca deste sítio e a sua fruição por um cada vez maior número de cidadãos.

A Senhora Diretora Regional, Professora Doutora Adriana Freire Nogueira, será uma das signatárias em representação do Ministério da Cultura.

terrenos plantioGuia de Sensibilização para a Salvaguarda de Património Arqueológico em Operações Agrícolas

A DGPC disponibiliza a partir do mês de julho, uma Brochura e um Guia de sensibilização para a salvaguarda de património arqueológico em operações agrícolas. Estes documentos procuram auxiliar os agricultores nos procedimentos de salvaguarda patrimonial a adotar aquando da submissão de um projeto.

Os documentos agora divulgados foram elaborados pelo grupo de trabalho de salvaguarda de património arqueológico em projetos agrícolas e florestais, composto por elementos da DGPC e das Direções Regionais de Cultura do Norte, do Centro, do Alentejo e do Algarve.

Ministra da Cultura e Ministro da EducaçãoPlano Nacional das Artes - Projeto Cultural de Escola 

Plano Nacional das Artes propõe a criação de um Projeto Cultural de Escola e um índice para medir impacto cultural das organizações

Um Projeto Cultural de Escola, um Índice de Impacto Cultural das Organizações ou a criação de uma Academia de cursos e formação para educadores e professores, são algumas das medidas propostas na estratégia do Plano Nacional das Artes (PNA).

Apresentado na manhã do dia 18 de junho, num evento em que participaram a Ministra da Cultura e o Ministro da Educação, o documento foi elaborado pela estrutura de missão do PNA, composta pelo comissário Paulo Pires do Vale e os subcomissários Sara Brighenti e Nuno Pólvora. Vai servir de base às atividades a desenvolver entre 2019 e 2024.

A estratégia do PNA está dividida em 3 eixos de intervenção: “Política Cultural”, “Capacitação” e “Educação e Acesso”.

Na área da Política Cultural, destaca-se a criação de um Índice de Impacto Cultural das Organizações, instrumento de medição que será desenvolvido em parceria com o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE-IUL. À semelhança dos Índices de Impacte Ambiental, vai parametrizar e quantificar o impacto cultural das organizações (desde municípios a empresas privadas), promovendo e dando visibilidade ao contributo das artes e do património na qualidade de vida das comunidades.

O Plano propõe valorizar projetos com as comunidades, apoiando práticas artísticas a desenvolver com escolas, comunidades específicas ou excluídas, aproximando a arte e o património dos cidadãos, em particular das crianças e jovens.

No eixo Capacitação, será criada a Escola de Porto Santo na Região Autónoma da Madeira, um think thank sobre políticas internacionais e nacionais nas áreas da cultura e educação. Esta escola, concretizada em parceria com a Secretaria Regional da Educação da Madeira, a Direção Regional da Administração Pública do Porto Santo, a Câmara Municipal de Porto Santo e a Associação Porta33, terá também um programa de residências para artistas e investigadores.

O PNA inclui ainda apoios à investigação (Bolsas) e a publicação de linhas editoriais em parceria com a Imprensa Nacional Casa da Moeda. Ao nível da formação, o projeto Academia PNA prevê cursos para educadores, professores, mediadores culturais e artistas.

Na área dedicada à Educação e Acesso, de notar o Projeto Cultural de Escola, com a criação de um cargo de coordenador em cada agrupamento escolar ou estabelecimento de ensino, responsável por desenhar um programa cultural adaptado ao contexto, em parceria com as autarquias, as estruturas artísticas e a comunidade educativa. O programa será estruturado tendo em conta a diversidade sociocultural, patrimonial e artística do território de cada agrupamento.

Com o Projeto Artista Residente, os agrupamentos e escolas interessados podem receber um artista nas suas instalações. Durante o ano letivo, além de ter um ateliê na escola, o artista terá a responsabilidade de apoiar a comunidade educativa, introduzindo mais processos e práticas artísticas.

O PNA pretende robustecer as artes nas escolas como ferramenta para as várias disciplinas, propondo recursos pedagógicos que aproveitam as expressões artísticas para trabalhar conteúdos de Cidadania e Desenvolvimento. Esses recursos serão disponibilizados a professores e alunos no Portal do PNA, uma plataforma online que também fará o mapeamento da oferta cultural nas áreas da Arte, Educação e Comunidade.

Para divulgar os melhores projetos, o PNA vai realizar, já em 2020, o primeiro Festival – Bienal, dedicado a atividades, exposições e espetáculos sobre estas temáticas.

Além de ações previstas em contexto escolar, o plano contempla medidas que estimulam projetos culturais e artísticos com componentes formativas e intergeracionais, que contrariam a exclusão e o isolamento das populações e que envolvem os cidadãos seniores na fruição e criação artística.

O Plano Nacional das Artes é uma iniciativa das áreas governativas da Cultura e da Educação e será desenvolvido em parceria com a administração local, entidades privadas e a sociedade civil, tendo como missão dar um lugar central às artes e ao património na formação ao longo da vida.

O Plano Nacional de Leitura (PNL2027), a Rede de Bibliotecas Escolares, o Plano Nacional de Cinema, o Programa de Educação Estética e Artística, a Rede Portuguesa de Museus e o Arquivo Nacional do Som irão trabalhar em conjunto com o PNA, no sentido de articular e potenciar a ação destes programas.

A estratégia do PNA 2019-2024 pode ser consultada aqui

O Património cultural na Europa – Mapa interactivo

 

Saiba mais sobre o Ano Europeu do Património Cultural (2018) em http://anoeuropeu.patrimoniocultural.gov.pt/

Route

UMAYYAD Route

MELHORIA DA COESÃO TERRITORIAL MEDITERRÂNICA ATRAVÉS DA CONFIGURAÇÃO DE UM ITINERÁRIO TURÍSTICO-CULTURAL.