• Estação Romana da Quinta da Abicada

    Estação Romana da Quinta da Abicada

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar - edifício tumular "Alcalar 7"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar - edifício tumular "Alcalar 7"

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar – interior do edifício tumular "Alcalar 7"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar – interior do edifício tumular "Alcalar 7"

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar – "Um dia na pré-história"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar – "Um dia na pré-história"

  • Castelo de Aljezur – Torre semi-cilindrica

    Castelo de Aljezur – Torre semi-cilindrica

  • Castelo de Aljezur – Muralha e acesso

    Castelo de Aljezur – Muralha e acesso

  • Ermida de N.S. de Guadalupe e Casa rural

    Ermida de N.S. de Guadalupe e Casa rural

  • Panorâmica da exposição no interior da Casa rural

    Panorâmica da exposição no interior da Casa rural

  • Castelo de Loulé – "Música nos Monumentos"

    Castelo de Loulé – "Música nos Monumentos"

  • Torreões do Castelo de Loulé

    Torreões do Castelo de Loulé

  • Ruínas Romanas de Milreu – Casa rural

    Ruínas Romanas de Milreu – Casa rural

  • Ruínas Romanas de Milreu – Pormenor de mosaico

    Ruínas Romanas de Milreu – Pormenor de mosaico

  • Castelo de Paderne

    Castelo de Paderne

  • Castelo de Paderne – Ruína da Ermida de N.S. da Assunção

    Castelo de Paderne – Ruína da Ermida de N.S. da Assunção

  • Ruína da Ermida de N.S. da Assunção - "Música nos Monumentos"

    Ruína da Ermida de N.S. da Assunção - "Música nos Monumentos"

  • Fortaleza e Promontório de Sagres

    Fortaleza e Promontório de Sagres

  • Capela de N.S. da Graça – "Música nos Monumentos"

    Capela de N.S. da Graça – "Música nos Monumentos"

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Cartaz

“Instituições e Património Arquitetónico: um século de Arquitetura Hospitalar no Algarve” “Instituições e Património Arquitetónico: um século de Arquitetura Hospitalar no Algarve”

Auditório da Direção Regional de Cultura do Algarve | 30 de maio | 14.30h

“Instituições e Património Arquitetónico: um século de Arquitetura Hospitalar no Algarve” é tema da segunda conferência do Ciclo Saúde e Cultura, e que vai juntar no próximo dia 30 de maio, Jorge Varanda, administrador hospitalar, José Carlos Avelãs Nunes, doutorado em Arquitetura, Paulo Providência, docente na Universidade de Coimbra, Sara Pelicano e Ilídio Pelicano, arquitetos – ARIPA.

A sessão tem início previsto às 14.30h, no auditório da Direção Regional de Cultura do Algarve (antigo edifício da Direção Regional de Economia, na Rua Dr. Pinheiro e Rosa, junto à Escola Secundária Pinheiro e Rosa) e tem entrada livre.

Organizada pela Direção Regional de Cultura do Algarve, com o apoio da Secção Regional do Sul Ordem dos Arquitetos, da Sub-Região de Faro da Ordem dos Médicos e dos Comboios de Portugal, a conferência terá como moderadora Alexandra Rodrigues Gonçalves, Diretora Regional de Cultura do Algarve, e pretende dar a conhecer uma visão da arquitetura hospitalar do passado ao presente, pensando no futuro e como se adapta a arquitetura às mudanças tecnocientíficas que se fizeram sentir na área da saúde ao longo dos tempos.

Jorge Varanda, administrador hospitalar, irá traçar uma breve perspetiva sobre a “Evolução dos Hospitais em Portugal: História e Arquitetura”. De seguida, José Carlos Avelãs Nunes, doutorado em Arquitetura, irá fazer uma comunicação intitulada “O caixão branco com pregos: arquiteturas para ou contra a tuberculose? A relação evolutiva entre sanatórios, medicina e instituições”. Paulo Providência, docente na Universidade de Coimbra irá abordar o tema “Leprosaria Nacional: reabilitação e obliteração de memória”, por fim, Sara Pelicano e Ilídio Pelicano, arquitetos - Gabinete de Arquitetura: ARIPA irão falar sobre a “Arquitetura Hospitalar nos dias de hoje”.

De referir que as conferências do Ciclo de Conferências Saúde e Cultura, que decorrem entre os meses de abril e novembro de 2018, são evocativas do centenário de três acontecimentos marcantes de 1918, a Pneumónica ou Gripe Espanhola, a inauguração do Sanatório Carlos Vasconcelos Porto em São Brás de Alportel e o fim da 1ª Guerra Mundial, promovidas pela Direção Regional de Cultura do Algarve, em parceria com a Administração Regional de Saúde do Algarve, a Universidade do Algarve e a Câmara Municipal de São Brás de Alportel.

Este Ciclo de Conferências conta com o apoio do Centro Hospitalar Universitário do Algarve, do Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa, dos Comboios de Portugal, do Museu do Trajo de São Brás de Alportel, da Secção Regional do Sul Ordem dos Arquitetos e da Sub-Região de Faro da Ordem dos Médicos.

Breve súmula curricular dos conferencistas:

Jorge Varanda, administrador hospitalar, foi o primeiro Diretor Geral do Centro de Medicina Física e de Reabilitação do Sul em São Brás de Alportel, foi adjunto da Unidade de Missão Hospitais SA, adjunto do Secretário de Estado da Saúde entre 1997 e 1999, Presidente da Comissão Sectorial da Saúde do Instituto Português da Qualidade, entre 1997 e 2012 e desde 2016 é o Presidente da direção da Sociedade Portuguesa de História dos Hospitais.

José Carlos Avelãs Nunes, doutorado em Arquitetura pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, com a tese “A arquitetura dos sanatórios em Portugal: 1850-1970”. É investigador no CEIS20 (UC) e no CIUHCT (UL-UNL). Faz parte do projecto VISLIS.

Paulo Providência, Formado pela Faculdade de Arquitetura do Porto e doutorado pela Universidade de Coimbra, onde ensina Projeto. A sua atividade de investigação tem-se centrado nos edifícios e equipamentos de saúde, assim como nas relações entre arquitetura, antropologia, arqueologia e paisagem.

Ilídio Pelicano, arquiteto licenciado em 1973 pela Escola de Belas Artes de Lisboa e especialista em Arquitetura Hospitalar. Fundador em 1979 da ARIPA - Ilídio Pelicano Arquitetos, Lda., Gabinete de Arquitetura com especial enfoque em projetos na área da Saúde. Autor de mais de 100 edifícios de saúde, e mais recentemente, do Projeto do Hospital Central da Madeira.

Sara Pelicano, arquiteta, licenciada em 1999 pela Faculdade Técnica de Arquitetura de Lisboa. Ingressou na ARIPA - Ilídio Pelicano Arquitectos, Lda. em 1998 como Arquiteta Estagiária e é atualmente Coordenadora Geral e Sócio-gerente. Autora de vários edifícios de saúde e, mais recentemente, do Projeto do Hospital Central da Madeira.

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«Vida Saudável: um Património dietético de matriz clássica»«Vida Saudável: um Património dietético de matriz clássica»

Ruínas Romanas de Milreu | 25 de maio | 18hs

No dia 25 de maio, às 18h, realiza-se nas Ruínas Romanas de Milreu, a quarta palestra do ciclo «AMATORES IN SITU», intitulada «Vida Saudável: um Património dietético de matriz clássica», proferida por Carmen Soares.

Muitos hábitos contemporâneos de vida saudável radicam numa longínqua matriz clássica greco-romana, acomodada, ao longo dos séculos, a contextos sociais, económicos políticos e culturais diversos. Propõe-se trilhar alguns percursos de reconhecimento desse património dietético, no seu sentido original de «modos de vida» para recuperar ou manter a saúde. Uma dieta alimentar adequada à idiossincrasia de cada um, a prática regular de exercício físico, meio ambiente, conforto e estado emocional são premissas de bem-estar com origens na remota medicina hipocático-galénica.

Carmen Soares é Professora Associada com Agregação da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC). Doutorada em Literatura Grega, tem-se dedicado ao ensino e investigação nas áreas da História da Grécia Antiga, Língua e Literatura Gregas, História e Culturas da Alimentação e da Dietética na Antiguidade Clássica e no Portugal Moderno. Dirige o doutoramento em Patrimónios Alimentares: Culturas e Identidades, da FLUC.

Esta iniciativa, que vai na sua 4ª edição, está integrada no programa DiVaM 2018 – Dinamização e Valorização dos Monumentos - e resulta de uma parceria entre a Direcção Regional de Cultura do Algarve, a CÍVIS – Associação para o aprofundamento da Cidadania, a Universidade do Algarve, a Associação Portuguesa de Estudos Clássicos, e tem a coordenação científica da Professora Doutora Adriana Freire Nogueira, da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da UAlg.

A participação é gratuita, condicionada às vagas existentes, por ordem de chegada.

 

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Fe e MemóriaFé e Memória – Pensar o património religioso do Algarve com os olhos postos no futuro

Ermida de Nª Sra de Guadalupe | 26 de maio | 16hs

A Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe (Raposeira/Vila do Bispo) irá acolher o projeto “Fé e Memória” no próximo dia 26 de maio, a partir das 16 horas. Esta é uma iniciativa integrada no programa DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos – programa cultural que este ano tem como tema central “Património, que Futuro?”.

Os espaços patrimoniais e as tradições religiosas do Algarve dão o mote à tertúlia que irá abrir o evento com um desafio: Pensar o Património Religioso do Algarve com os olhos no futuro.

A dar corpo ao debate, estarão seis convidados: Rui Parreira, arqueólogo e Director de Serviços de Bens Culturais da Direcção Regional de Cultura do Algarve; Antónia Fialho Conde, professora do Departamento de História da Universidade de Évora e investigadora integrada do CIDEHUS – Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades, que integrou o projecto “Memórias religiosas e ação patrimonial no Mediterrâneo. Coexistência confessional e afirmação patrimonial”; Susana Paté Gomes, responsável pelo Serviço de Conservação e Restauro do Museu Municipal de Faro; o Padre Miguel Neto, director do Sector da Pastoral do Turismo da Diocese do Algarve e fundador da ArtGilão – Atividades Religiosas e Turísticas de Tavira; Andreia Pintassilgo, designer de comunicação e autora da dissertação de mestrado “Como comunicar uma manifestação religiosa no século XXI: o caso da Mãe Soberana em Loulé”; e Susana Martins de Sousa, delegada da Associação Espaço Jacobeus no Algarve e mestre em marketing turístico com a tese “Memórias de Santiago: do Património aos Itinerários dos Peregrinos”.

Seis especialistas com perspectivas e abordagens diversas sobre a memória e o património religioso no Algarve irão reflectir sobre o seu estado presente, os desafios previstos e as ameaças sentidas, sempre com os olhos no futuro. Que estratégias para comunicar este património? Como envolver as novas tecnologias na sua preservação e mediação? E o turismo religioso – deve ser uma aposta do Algarve? Estas e outras questões animarão o debate cuja moderação estará a cargo de Nuno Silva.

O grupo coral Adágio, dirigido pelo maestro António Alves Alferes Pereira, irá brindar os presentes com um repertório de música medieval e renascentista que promete uma viagem no tempo até aos sons e melodias contemporâneas dos primórdios da ermida de Nossa Senhora de Guadalupe.

O evento termina com um cocktail com degustação de produtos regionais disponibilizados pela Mercearia Algarve.

Fé e Memória é um projeto que resulta de uma parceria entre a Direção Regional de Cultura do Algarve e a Teia D´Impulsos - Associação Social, Cultural e Desportiva e está integrado no Ano Europeu do Património Cultural 2018.

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Rizoma - SONDA: memori-futurSONDA: memori-futur

26 de Maio | 21h00 | Entrada Livre | Ruínas Romanas de Milreu - Estói

O projecto memori-futur parte de uma premissa, de uma interrogação: Pessoas - o Mundo - Que Futuro? trazendo para esta intervenção, a actualidade dos acontecimentos sob a forma de entrevistas a pessoas que espelham as suas preocupações, as suas previsões e intuições sobre o que poderá ser o futuro da Humanidade numa espécie de memória antecipada a partir do ponto em que nos encontramos - no fundo, um prognóstico sensorial.

Continuamos num formato instalação/performance multidisciplinar e audiovisual, mas agora com um consequente upgrade e aprofundamento dos sítios/temas por onde a Sonda se pode expandir.

Como se procedeu à pesquisa para este projecto? Tudo começou com uma roadtrip pelo interior do Algarve - de Aljezur a Alcoutim, onde se recolheram testemunhos sobre a questão indicada, em entrevistas vídeo-gravadas a pessoas de vários extractos sociais e idades, com diferentes contextos culturais. A edição deste material audiovisual deu origem a uma colecção-video de caras e pensamentos algarvios sobre questões grandes da humanidade e resultou num documentário acidental, cujos excertos e partes selecionadas vão ser apresentadas neste espetáculo, no dia 26 de Maio.

Quem melhor para responder à pergunta Património - Que Futuro? que o património vivo - as pessoas? O que é o Património senão a passagem por este mundo daquilo a que chamamos Humanidade, com os seus jeitos, a sua história, os seus modos e as suas preocupações? Olhando para o que fica e o que temos podemos compreender e projectar os nossos próximos movimentos colectivos e as consequências das nossas escolhas e acções. Ao falar com as pessoas e ouvir as suas respostas, os seus sentimentos e visões, tudo o que antes da acção condiciona o nosso comportamento e os vestígios que ficarão, no futuro, à nossa passagem, compreendemos melhor a importância do nosso património.

Não se pode falar de futuro, sem se falar de memória - por isso o nome deste projecto: memori-futur - paradoxal tal como os tempos que vivemos.

O que iremos encontrar será transformado num objecto de fruição artística e intelectual que não deixando o questionamento para segundo plano, o complementa com o enquadramento inovador da experimentação artística. A música, as projecções de larga escala e todo o ambiente especial das ruínas de Milreu se conjugam para uma viagem única, em que as fronteiras do espaço e do tempo se diluem, para falar do que é intemporal - a existência.

Património - que futuro? - é a pergunta-chave que não se remete somente ao nosso património histórico e arquitectónico mas também ao imaterial, ao natural e ambiental, às pessoas, comportamentos, tradições, oralidade e - produção de pensamento e conhecimento. Acreditamos que ao longo de todos os tempos e História, as mesmas preocupações acompanharam a existência da Humanidade, o medo do futuro ou/e até um certo entusiasmo e expectativa. Seria interessante fazer uma viagem no tempo e perguntar aos nossos antepassados o que seria o ano de 2018 por exemplo, a partir da sua perspectiva, como estariam certos templos e como se comportariam as pessoas face ao meio envolvente. Não podendo fazer isso, podemos fazer essa viagem agora e começar uma recolha no presente do que se nos avizinha nos tempos vindouros. Quem responde a essa questão não é a SONDA, mas todos nós, mais especificamente os habitantes do Algarve em 2018.

SONDA - No projecto ​SONDA​, Pedro Glória explora principalmente sonoridades electro-acústicas. Boa parte do seu trabalho experimental baseia-se na pesquisa quase laboratorial do som enquanto elemento físico, buscando os efeitos acústicos nos espaços, nos objectos, nas pessoas... no meio. Sons que originalmente não são exactamente música, mas que se transformam e se tornam algo organizado e orgânico, alcançando eventualmente o estatuto de peça musical contemporânea. Os equipamentos utilizados são: geradores de frequências, ​loop station, sintetizador-teclado vintage, computador, gravador digital, telemóvel e tablet – novas tecnologias ao serviço da criação artística e num diálogo inovador com o património histórico.

Rizoma Lab - Associação Cultural - Associação cultural sem fins lucrativos. Foi fundada em Fevereiro de 2015 na cidade de Lagos (Algarve – Portugal) com o objectivo fundamental de realizar projectos culturais e científicos numa perspectiva intercultural e transdisciplinar. Assim como na natureza, também RIZOMA LAB cresce de forma horizontal, reunindo numa mesma plataforma diferentes especialistas e profissionais que vêm trabalhando e cruzando áreas como Cultura, Ciência, Arte, Património, Arquitectura, Gastronomia, Comunicação, Sociedade, Educação, entre outras. O Algarve é a região privilegiada pelas intervenções da RIZOMA LAB, mas sua acção pode estender-se também para outras regiões portuguesas e estrangeiras.

 

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“Concertos ao Entardecer” apresenta “TOMARA”“Concertos ao Entardecer” apresenta “TOMARA”

Fortaleza de Sagres | 27 de maio | 18h

O ciclo “Concertos ao Entardecer” promovido pela ArQuente Associação Cultural, regressa à Fortaleza de Sagres, no dia 27 de maio, pelas 18horas, com “Tomara”.

Tomara é Filipe Monteiro e “Favourite Ghost” editado em setembro de 2017, a sua primeira obra a solo.

Filipe aprendeu muito novo a tocar piano, órgão e guitarra e ainda adolescente começou a compor temas originais para várias peças de teatro. Depois de algumas experiências em bandas de garagem, colaborou na formação dos Atomic Bees que editaram um único registo e de que fazia parte integrante Rita Redshoes.

Após a conclusão do Curso de Design de Comunicação, a imagem e o vídeo em especial, passou a ocupar um espaço considerável na sua carreira, produzindo e realizando videoclipes, DVD, documentários e desenhando a parte visual de alguns concertos de artistas com os quais trabalhou: Da Weasel, Paulo Furtado, David Fonseca, Rita Redshoes, António Zambujo e Márcia.

Simultaneamente trabalha como músico de estúdio e ao vivo, como arranjador e produtor de discos de Rita Redshoes, Márcia e em co-produção com Dadi Carvalho (Marisa Monte, Tribalistas, Carminho, Caetano Veloso, entre outros).

O projeto “Concertos ao Entardecer” teve início em 2011, na Galeria Arco (Faro) e estendeu-se à Fortaleza de Sagres em 2014 com a finalidade de aliar projetos musicais emergentes, essencialmente no panorama nacional, a uma componente paisagística, arquitectónica e histórica.

Próximos “Concertos ao Entardecer” na Fortaleza de Sagres:

Dia 10 de junho | 18h: Momo

Dia 17 de junho | 18h: Beatriz Pessoa

Esta é uma iniciativa integrada no DiVaM 2018 – Património, que Futuro?, o programa de Dinamização e Valorização dos Monumentos da Direção Regional de Cultura do Algarve.

 

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Júlio Pomar atelierNota de Pesar

O Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, lamenta profundamente a morte de Júlio Pomar.

Júlio Pomar foi um artista extraordinário e uma figura incontornável na cultura e na história das artes visuais portuguesas. O país está grato pelo legado incomensurável que nos deixa e pela capacidade de nos inspirar através da sua vida e da sua obra.

A sua liberdade, a do pensamento, a da ação e a da criação, e a capacidade única de se traduzir para o mundo eram condição da sua existência. Com uma linguagem e um universo próprios, construídos ao longo de uma vida, Júlio Pomar foi um artista total, que marcou várias gerações e inscreveu a sua arte nos diversos momentos políticos do país.

Num gesto natural e espontâneo, Júlio Pomar era um símbolo das artes e do conhecimento, que transmitia com a mesma simplicidade com que nos comovia. Júlio Pomar soube sempre projetar-se na intemporalidade.

Um mestre no qual repousa uma enorme sabedoria e um amor eterno pela vida e pelas artes.

À Família enviam-se sentidas condolências.

22 maio, 2018

Luís Filipe de Castro Mendes

Germano AlmeidaPRÉMIO CAMÕES 2018

No seguimento da reunião do júri da 30ª edição do Prémio Camões, que decorreu em Lisboa no dia 21 de maio, o Ministro da Cultura anuncia que o Prémio Camões 2018 foi atribuído ao escritor cabo-verdiano Germano Almeida.

Germano Almeida nasceu na ilha da Boavista, Cabo Verde, em 1945. Licenciou-se em Direito em Lisboa e exerce advocacia. Estreou-se como contista no início da década de 80, colaborando na revista Ponto & Vírgula. A sua obra de ficção representa uma nova etapa na história literária de Cabo Verde. Está publicada em Portugal pela Caminho. O Testamento do Senhor Napumoceno da Silva Araújo, do qual vários países compraram os direitos, encontrando-se já publicado no Brasil, em Itália, em França, na Alemanha, na Suécia, na Noruega e na Dinamarca. O filme de baseado nesta obra (O Testamento do Senhor Napumoceno) foi premiado no Brasil e no Paraguai.

Entre as suas obras, distinguem-se O dia das calcas roladas (1982); O Meu Poeta (1989); O testamento do Sr. Napumoceno da Silva Araújo (1991); A morte do meu poeta (1998); A Família Trago (1998); Estórias contadas (1998); Estórias de dentro de Casa; Dona Pura e os Camaradas de Abril (1999); As memórias de um espírito (2001); Cabo Verde – Viagem pela história das ilhas (2003); O mar na Lajinha (2004); Eva (2006); A morte do ouvidor (2010); De Monte Cara vê-se o mundo (2014)

O Prémio Camões, instituído por Portugal e pelo Brasil em 1989, é o maior prémio de prestígio da língua portuguesa. Com a sua atribuição, é prestada anualmente uma homenagem à literatura em português, recaindo a escolha num escritor cuja obra contribua para a projeção e reconhecimento da língua portuguesa.

O júri da 30ª edição do Prémio Camões foi constituído por Maria João Reynaud, Professora jubilada da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (Portugal); Manuel Frias Martins, Professor jubilado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Portugal); Leyla Perrone-Moisés, professora emérita da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (Brasil); José Luís Jobim, professor aposentado da Universidade Federal Fluminense e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Brasil); pelos PALOP, Ana Paula Tavares, poeta e Professora de Literaturas Africanas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Angola); José Luís Tavares, poeta (Cabo Verde).

O Prémio Camões foi já atribuído, por ordem cronológica, a Miguel Torga<http://www.gri.pt/torga.asp> (Portugal), João Cabral de Mello Neto<http://www.gri.pt/joao_neto.asp> (Brasil), José Craveirinha (Moçambique), Vergílio Ferreira (Portugal), Rachel de Queiroz<http://www.gri.pt/rachel_queiroz.asp> (Brasil), Jorge Amado<http://www.gri.pt/jorge_amado.asp> (Brasil), José Saramago (Portugal), Eduardo Lourenço (Portugal), Pepetela (Angola), António Cândido (Brasil), Sophia de Mello Breyner Andresen (Portugal), Autran Dourado<http://www.gri.pt/autran_dourado.asp> (Brasil), Eugénio de Andrade<http://www.gri.pt/eugenio_andrade.asp> (Portugal), Maria Velho da Costa<http://www.gri.pt/velho_costa.asp> (Portugal), Rubem Fonseca<http://www.gri.pt/rubem_fonseca.asp> (Brasil), Agustina Bessa-Luís<http://www.gri.pt/bessa_luis.asp> (Portugal), Lygia Fagundes Telles<http://www.gri.pt/lygia.asp> (Brasil), Luandino Vieira<http://www.gri.pt/luandino.asp> (Angola), António Lobo Antunes<http://www.gri.pt/loboantunes.asp> (Portugal), João Ubaldo Ribeiro (Brasil), Arménio Vieira (Cabo Verde), Ferreira Gullar (Brasil), Manuel António Pina (Portugal), Dalton Trevisan (Brasil), Mia Couto (Moçambique), Alberto da Costa e Silva (Brasil), Hélia Correia (Portugal), Radouan Nassar (Brasil), Manuel Alegre (Portugal).

Festival de CannesNOTA DE CONGRATULAÇÃO

O Ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, saúda todos os profissionais e representantes do cinema português que estiveram presentes na 71.ª edição do Festival de Cinema de Cannes.

Especial felicitação para os premiados João Salaviza - que mereceu o Prémio Especial do Júri da secção competitiva Un Certain Regard, pela obra “Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos”, corealizada com Renée Nader Messora - e Gabriel Abrantes, vencedor do Grande Prémio Nespresso, atribuído pelo júri da La Semaine de la Critique, pelo filme “Diamantino”, corealizado com Daniel Schmidt.

O cinema português esteve fortemente representado no Festival de Cannes de 2018, com nove filmes presentes na seleção oficial e em programas paralelos. Além das já referidas obras premiadas, esteve também em competição a curta-metragem “Amor, Avenidas Novas”, de Duarte Coimbra, tendo a presença portuguesa sido complementada com a participação no ACID TRIP#2 PORTUGAL, organizado com a colaboração da Associação Portuguesa de Realizadores, onde foram exibidos “Colo”, de Teresa Villaverde, “Verão Danado”, de Pedro Cabeleira, e “Terra Franca”, de Leonor Teles.

“O Grande Circo Místico”, do brasileiro Carlos Diegues, e com coprodução portuguesa, foi selecionado para as Exibições Especiais (Special Screenings) do Festival e “O Homem que Matou D. Quixote”, de Terry Gilliam, também com coprodução portuguesa, foi escolhido pelos organizadores como filme de encerramento.

Destaque ainda para a exibição na secção Cannes Classics da obra de Paulo Rocha, “A Ilha dos Amores”, numa cópia recentemente restaurada pela Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema, representando o regresso do filme ao Festival, 36 anos depois de ter tido a sua estreia no mesmo.

Esta forte representação do Cinema Português naquele que é considerado o mais importante festival de cinema do mundo reflete a elevada qualidade da produção e dos talentos nacionais.

Parabéns ao Cinema Português e a todos os profissionais do setor!

Luís Filipe de Castro Mendes

Lisboa, 21 maio, 2018

 mosaico do deus Oceano O mosaico do deus Oceano,  pertencente ao acervo do Museu Municipal de Faro, é classificado como Tesouro Nacional

Decreto n.º 9/2018 de 18 de maio

O mosaico do deus Oceano (cidade de Ossonoba/Faro), datável de finais do século II d.C. ou início do século III d.C., foi muito provavelmente produzido por oficina itinerante, de mosaístas de origem africana (Tunísia, Marrocos ou Líbia). Com as dimensões de 940 × 240 cm, o mosaico é formado por tesselas de calcário, xisto, rochas vulcânicas e vidros policromos, em tons de preto, branco, vermelho, ocre amarelo, azul, rosa e cinzento, segundo a técnica do opus tessellatum. O mosaico é composto por quatro painéis justapostos, de modo a formar uma composição retangular dominada por motivos geométricos (peltas, hexágonos, quadrados, triângulos e nós -de -Salomão), onde pontuam elementos fitomórficos formando tapete, delimitado em todo o seu perímetro por cercadura denteada bicromática entre duas bandas lisas, que seria originalmente antecedida por delicados enrolamentos em friso de 20 cm de largo, de que apenas resta uma pequena secção. O painel central corresponde a um quadrado linear, dentro do qual se inscreve um medalhão circular contendo a máscara ou cabeça do deus Oceanus, originalmente circundado pelos quatro Ventos, dos quais restam apenas dois bustos, afrontados, na parte superior. Os restantes painéis formam um extenso tapete dominado por composição ortogonal de hexágonos tangentes por dois vértices, definindo quadrados e estrelas de quatro pontas, dentro dos quais se inscrevem vinte e nove florões compósitos, distintos e individualizados. Este exemplar da arte musiva romana foi exumado em abril de 1976, em contexto de escavação arqueológica de emergência despoletada por obras públicas de saneamento levadas a cabo na esquina das Ruas Infante D. Henrique e Ventura Coelho, em Faro. Atualmente encontra -se incorporado no acervo do Museu Municipal de Faro. A classificação, nos termos dos n.os 1 a 3 do artigo 3.º do Decreto -Lei n.º 148/2015, de 4 de agosto, do mosaico romano acima identificado, tem em conta os critérios constantes do artigo 16.º do mesmo diploma, relativos ao interesse do bem como testemunho notável de vivências ou factos históricos, ao seu valor estético, técnico ou material intrínseco, à extensão do bem e o que nela se reflete do ponto de vista da memória coletiva e à sua importância na perspetiva da investigação histórica e científica. Nos termos do artigo 17.º do Decreto -Lei n.º 148/2015, de 4 de agosto, foi obtido o parecer favorável da Secção dos Museus, da Conservação e Restauro e do Património Imaterial do Conselho Nacional de Cultura, bem como foram cumpridos os procedimentos de audiência prévia, previstos no artigo 20.º do mesmo diploma, de acordo com o disposto no Código do Procedimento Administrativo.Assim: Ao abrigo do disposto no n.º 1 do artigo 28.º da Lei n.º 107/2001, de 8 de setembro, e no n.º 1 do artigo 23.º do Decreto -Lei n.º 148/2015, de 4 de agosto, e nos termos da alínea g) do artigo 199.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte:

Artigo único

Classificação

É classificado como bem móvel de interesse nacional, designado Tesouro Nacional, o mosaico romano do deus Oceano (cidade de Ossonoba/Faro), pertencente ao acervo do Museu Municipal de Faro.

Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 3 de maio de 2018. — Maria Manuel de Lemos Leitão Marques — Luís Filipe Carrilho de Castro Mendes. Assinado em 9 de maio de 2018. Publique -se. O Presidente da República, MARCELO REBELO DE SOUSA. Referendado em 14 de maio de 2018. O Primeiro -Ministro, António Luís Santos da Costa

Alcalar MonumentoDiVaM 2018, porque o Património do Algarve ‘mais do que vale a pena’

O Programa de Dinamização e Valorização dos Monumentos (DiVaM) da Direção Regional de Cultura do Algarve reabriu a 14 de abril passado, com a obra de salvaguarda e valorização em Alcalar e do seu monumento 9. O contexto arqueológico dos Monumentos Megalíticos de Alcalar, em particular do Monumento 9, teve escavações arqueológicas no ano 2010 e conhece um novo momento de valorização.

Património – Que futuro?

O reconhecimento público da importância global do património cultural é quase sempre determinado por decisões oficiais dos organismos de tutela, sem que aconteça uma verdadeira apropriação ou tomada de consciência da maioria da comunidade, em relação aos seus significados. Pelo que, neste Ano Europeu do Património Cultural, o tema determinado para a 5ª edição do DiVaM é: Património – Que futuro? [ Postal - Cultura.Sul ] 

Monumentos do Algarve ganham vida com mais uma edição do DiVaM

FotoArrancou, no dia 14 de abril, nos Monumentos Megalíticos de Alcalar, a quinta edição do DiVaM, programa de dinamização e valorização dos monumentos afetos à Direção Regional de Cultura do Algarve que contempla ainda o Castelo de Aljezur, a Fortaleza de Sagres, a Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe, o Castelo de Paderne, o Castelo de Loulé e as Ruínas Romanas de Milreu. Em Ano Europeu do Património Cultural, o tema escolhido foi «Património – Que Futuro?» e o objetivo é que os visitantes dos lugares-património sob gestão da DRCAlg retirem algum valor pessoal, educativo, histórico, social e até económico dessa experiência. “A intenção é que os nossos monumentos sejam mais do que testemunhos da história de um povo, mas que sejam espaços onde acontece cultura, associada ao próprio lugar e às novas tendências culturais que se transmitem de geração em geração. São cinco anos de uma programação que não é nossa, da DRCAlg, mas sim das associações culturais que se candidatam, que apresentam as suas propostas, dentro das diferentes temáticas anuais”, sublinha Alexandra Gonçalves.

Leia a entrevista completa em:
https://algarveinformativo.blogspot.pt/2018/05/monumentos-do-algarve-ganham-vida-com.html
 

Contribuintes podem consignar 0,5% do IRS à Cultura

“Apoie a Cultura sem qualquer custo para si”

Desde o ano passado que todos os contribuintes podem apoiar o sector cultural, consignando 0,5% do seu Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares (IRS) a uma entidade cultural da sua escolha, sem qualquer custo pessoal. É o Estado que devolverá 0,5% do Imposto que irá pagar em sede de IRS, a uma Entidade à sua escolha.

Este ano a lista soma já 254 entidades beneficiárias, distribuídas por todo o território nacional, integrando Bandas Filarmónicas, Sociedades Recreativas, Academias de Música, Fundações Culturais, Grupos de Teatro, Associações de Estudo do Património e tantas outras, que muito contribuem para o desenvolvimento social e cultural das regiões e do País. A lista de entidades pode ser consultada na página web do Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais (GEPAC) em: http://www.gepac.gov.pt/incentivos/consignacao-de-05-de-irs-para-a-cultura.aspx

As instituições que integram esta lista possuem o estatuto de entidade de utilidade pública e desenvolvem atividades predominantemente culturais, tendo previamente feito a sua inscrição através do endereço eletrónico cultura.irs@gepac.gov.pt. O prazo das inscrições decorre até 30 de setembro de cada ano, altura em que se inicia o processo de verificação dos critérios por parte do Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais (GEPAC), ficando isentas de inscrição as instituições que integrem a lista de beneficiários do ano anterior.

Não perca a oportunidade de apoiar a Cultura sem qualquer custo para si.

V Edição do Programa DiVaM - Dinamização e Valorização dos Monumentos

Tema para 2018 - Património, que futuro?

“Porque este património é de todos e porque sentimos que mais do que vale a pena, não percam as oportunidades de se envolverem, emocionalmente nestes Bons Momentos!”

DiVaM 2018

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