• Estação Romana da Quinta da Abicada

    Estação Romana da Quinta da Abicada

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar - edifício tumular "Alcalar 7"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar - edifício tumular "Alcalar 7"

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar – interior do edifício tumular "Alcalar 7"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar – interior do edifício tumular "Alcalar 7"

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar – "Um dia na pré-história"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar – "Um dia na pré-história"

  • Castelo de Aljezur – Torre semi-cilindrica

    Castelo de Aljezur – Torre semi-cilindrica

  • Castelo de Aljezur – Muralha e acesso

    Castelo de Aljezur – Muralha e acesso

  • Ermida de N.S. de Guadalupe e Casa rural

    Ermida de N.S. de Guadalupe e Casa rural

  • Panorâmica da exposição no interior da Casa rural

    Panorâmica da exposição no interior da Casa rural

  • Castelo de Loulé – "Música nos Monumentos"

    Castelo de Loulé – "Música nos Monumentos"

  • Torreões do Castelo de Loulé

    Torreões do Castelo de Loulé

  • Ruínas Romanas de Milreu – Casa rural

    Ruínas Romanas de Milreu – Casa rural

  • Ruínas Romanas de Milreu – Pormenor de mosaico

    Ruínas Romanas de Milreu – Pormenor de mosaico

  • Castelo de Paderne

    Castelo de Paderne

  • Castelo de Paderne – Ruína da Ermida de N.S. da Assunção

    Castelo de Paderne – Ruína da Ermida de N.S. da Assunção

  • Ruína da Ermida de N.S. da Assunção - "Música nos Monumentos"

    Ruína da Ermida de N.S. da Assunção - "Música nos Monumentos"

  • Fortaleza e Promontório de Sagres

    Fortaleza e Promontório de Sagres

  • Capela de N.S. da Graça – "Música nos Monumentos"

    Capela de N.S. da Graça – "Música nos Monumentos"

Página Inicial Monumentos do Algarve Bons Momentos Promontório de Sagres Prémio Regional Maria Veleda

Cartaz“Musicalischer Parnassus“, recital de cravo de José Carlos Araújo

Sons Antigos a Sul ‘17 | Ode a Maria | Dia 11 de Agosto 17:00
Ermida de N. Sra. de Guadalupe | Vila do Bispo 
José Carlos Araújo cravo | “Musicalischer Parnassus”

Encontra-se a decorrer na Ermida de Nossa Senhora da Guadalupe a VI Edição do ciclo de música antiga “Sons Antigos a Sul”.

Este é um projeto anual da Academia de Música de Lagos para promoção e divulgação da Música Antiga no Algarve. “Ode a Maria” é o tema para 2017 e contará com vários ensembles de craveira nacional e internacional.

“Musicalischer Parnassus“, recital de cravo de José Carlos Araújo irá acontecer no dia 11 de agosto, pelas 17 horas. 
Apontado como um dos mais importantes intérpretes portugueses da atualidade, José Carlos Araújo tem desenvolvido o seu trabalho sobretudo em torno da música para tecla de autores ibéricos do período barroco e, muito particularmente, da obra de Carlos Seixas. Serão apresentadas obras de Fischer, Böhm, Froberger e Forqueray.
A iniciativa conta com o apoio da “Quinta do Barranco Longo” e integra o DiVaM, o programa de dinamização e valorização dos monumentos promovido anualmente pela Direção Regional de Cultura do Algarve.

Este festival de música tem o Rótulo de qualidade EFFE – Europe for Festivals, Festivals for Europe, da European Festivals Association, apoiado pela União Europeia.

Contactos

Direção Regional de Cultura do Algarve
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Telef. 289 896070E-mail: geral@cultalg.
Telef. 289 896
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Fortaleza de Sagres
fortaleza.sagres@cultalg.pt
Telf.282 620 140

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PROGRAMA
Musicalischer Parnassus (Parnaso Musical) é o título da última colectânea de obras para tecla de Johann Caspar Ferdinand Fischer, publicada em Augsburg em 1738. O compositor, uma das figuras tutelares da música de tecla no mundo germânico da primeira metade de Setecentos — admirado, por exemplo, pelo jovem Bach —, tinha então 82 anos e decidia dedicar uma suite deste livro a cada uma das nove Musas, filhas de Zeus (Clio, Calíope, Melpómene, Tália, Érato, Euterpe, Terpsícore, Polímnia e Urânia). 
Este programa parte da obra de Fischer para explorar algumas das suas influências mais directas, bem como para revisitar a música dos seus contemporâneos franceses: da música poética de François Couperin, Le Grand, à gravidade exuberante das transcrições para cravo das Pièces de Viole de Antoine Forqueray publicadas pelo filho, Jean-Baptiste-Antoine, e ao apogeu da tradição francesa de música para cravo representada pelas obras de Rameau.


FRANÇOIS COUPERIN (1668-1733)
Premier Prélude (L’Art de Toucher le Clavecin, 1716)
La Ténébreuse. Allemande (Livre I, 3ème Ordre)
La Favorite. Chaconne
Troisième Prélude
La Chazé (Livre II, 7eme Ordre)
Les Silvains. Rondeau (Livre I, 1er Ordre)
Huitième Prélude
La Superbe ou la Forqueray (Livre III, 17e ordre)

JOHANN JAKOB FROBERGER (1616-1667)
Tombeau fait à Paris sur la mort de Monsieur Blancrocher, FbWV 632

JOHANN CASPAR FERDINAND FISCHER (1656-1646) 
Chaconne (Musicalischer Parnassus, ca. 1700)

ANTOINE FORQUERAY (1671-1745)
La Sylva (Pieces de Viole mises en Pieces de Clavecin, 1747)
La Buisson. Chaconne

JACQUES DUPHLY (1715-1789)
La Forqueray (Troisième livre de Pièces de Clavecin, 1756)
JEAN-PHILIPPE RAMEAU (1683-1764)
L’Indifférente (Nouvelles suites de pièces de clavecin, 1727)
Menuet
L’Entretien des Muses (Pièces de Clavessin, 1724)
Les Sauvages. Rondeau (1727)

 

NOTA BIOGRÁFICA

Apontado como «um dos mais importantes intérpretes portugueses da actualidade» (Jornal de Letras), José Carlos Araújo tem desenvolvido o seu trabalho sobretudo em torno da música para tecla de autores ibéricos do período barroco e, muito particularmente, da obra de Carlos Seixas. Em Lisboa, estudou instrumentos históricos de tecla e interpretação de música antiga. Desde muito cedo influenciado pelas perspectivas interpretativas reveladas por Cremilde Rosado Fernandes e José Luis González Uriol, a oportunidade de trabalhar, mais tarde, com ambos estes mestres viria a informar de forma muito acentuada a sua concepção e abordagem aos repertórios para instrumentos de tecla do Sul da Europa.
A parte mais importante da actividade artística de José Carlos Araújo consiste em recitais a solo, quer em órgãos históricos, quer em cravo, clavicórdio e pianoforte, dedicando-se frequentemente a repertórios raramente explorados dos séculos XVII e XVIII. Consagrou ainda ciclos completos à música para cravo de J. S. Bach (Variações Goldberg, 2007 / Toccatas, 2010 / Partitas, 2013) e à integral de Seixas, assim como recitais em instrumentos históricos particularmente significativos, alguns dos quais veio a gravar também em CD. Colaborou com o Teatro da Cornucópia para a produção de A Tempestade de Shakespeare assinada por Luís Miguel Cintra e Cristina Reis, em 2009. Apresentou-se com numerosos solistas vocais e instrumentais, orquestras e agrupamentos modernos, como Alma Mater, o Coro Gulbenkian, a Orquestra Sinfónica Portuguesa e a Orquestra Metropolitana de Lisboa, sendo, todavia, com a orquestra barroca Divino Sospiro que tem vindo a trabalhar mais intensamente. Com este agrupamento, sob a direcção de Massimo Mazzeo, gravou as Siete Palabras de Cristo en la Cruz de García Fajer e o Stabat Mater de José Joaquim dos Santos para a editora Glossa. José Carlos Araújo dedicou-se ainda ocasionalmente à música para órgão e cravo de autores do séc. XX, em particular Luiz de Freitas Branco, Armando José Fernandes e Clotilde Rosa, que tocou com o Grupo de Música Contemporânea de Lisboa e o Ensemble MPMP. Gravou para a RTP e para a RDP – Antena 2. Em 2004, foram-lhe atribuídos o Primeiro Prémio e o Prémio do Público no concurso Carlos Seixas, pela Sociedade Histórica da Independência de Portugal. Inaugurou o selo discográfico Melographia Portugueza (MPMP) em 2012, com os primeiros CDs da primeira gravação integral da obra para tecla de Carlos Seixas. Deste projecto estão já disponíveis 7 CDs, gravados em instrumentos históricos, alguns dos quais em estreia discográfica.

Licenciou-se pela Faculdade de Letras de Lisboa, onde estudou Filologia Clássica. É actualmente investigador do Centro de Estudos Clássicos da Universidade de Lisboa, onde tem vindo a trabalhar na primeira tradução em português das Epistulae de Plínio e, em parceria, dos Facta et Dicta Memorabilia de Valério Máximo. Publicou estudos sobre Filologia Clássica e apresentou comunicações a congressos de Estudos Clássicos e Comparatistas. Colabora regularmente em Euphrosyne – Revista de Filologia Clássica.

 

Concerto “Senhora del Mundo” | "Sons Antigos a Sul"

com Joana Godinho, Daniela Tomaz e Eduardo Ramos

Integrado na programação de dinamização e valorização dos monumentos da Direção Regional de Cultura do Algarve - DiVaM 2017 – Lugares de Globalização – ”Música no DiVaM”, dia 4 de agosto, na Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe dá início ao “Ciclo Sons Antigos a Sul”.

Este é um projecto anual dirigido pela Academia de Música de Lagos de promoção e divulgação da Música Antiga no Algarve, envolvendo ensembles profissionais nacionais e internacionais, iniciado no Verão de 2012 no Barlavento Algarvio. O VI “Sons Antigos a Sul” 2017 mantém a programação na Ermida de Nossa Senhora da Guadalupe [DRCultalg / Vila do Bispo], todas as Sextas-Feiras de Agosto pelas 17h00, tendo já percorrido nestas V Edições, diversos espaços patrimoniais de Lagos, Portimão e Vila do Bispo. Em 2017, estende a sua programação para a Igreja Matriz de Monchique, dedicada a Nossa Senhora da Assunção. “Ode a Maria” é o tema para 2017 e contará com quatro ensembles de craveira nacional e internacional, designadamente, Ensemble Residente “Sons Antigos a Sul” com Eduardo Ramos como convidado especial no alaúde, José Carlos Araújo (Portugal), Le Voci delle Grazie (Holanda / Portugal) e Seconda Pratica (Holanda / Portugal).

O VI “Sons Antigos a Sul “está inserido no Programa de Apoio Sustentado às Artes e Espectáculos, estrutura financiada pela Direcção Geral das Artes/Ministério da Cultura, com o apoio da Diocese do Algarve e Município de Monchique. O concerto inaugural é apoiado exclusivamente pela Direcção Regional de Cultura do Algarve.

No primeiro concerto, “Senhora del Mundo”, serão interpretes Joana Godinho, mezzo-soprano, Daniela Tomaz , flautas e adufe, Eduardo Ramos , alaúde.

Breve nota biográfica dos interpretes de “Senhora del Mundo”

Joana Godinho | mezzosoprano

Natural de Lagos iniciou os seus estudos musicais nesta cidade com Cândida Matos. Estudou Canto na Academia de Música Eborense, com a professora Joana Levy. Em simultâneo fez o curso de Violoncelo na Escola Profissional de Música de Évora onde foi aluna de Ana Paula Góis e Viktoria Chichikova. É licenciada profissionalizada em canto pela Universidade de Évora onde estudou sob a orientação da professora Liliane Bizineche. Frequentou cursos de aperfeiçoamento e Masterclasses de canto em Espanha, Portugal e Itália, entre as quais se destaca os encontros de Música Antiga em Parzanica onde estudou com a cantora Claudine Ansermet. Dedica-se principalmente ao repertório de Câmara e integra diferentes grupos, tendo sido co-fundadora de alguns deles, onde se dedica ao repertório renascentista e barroco e séc. XX, mantém uma actividade artística regular actuando em concertos por todo o país; já se apresentou também em Espanha, Itália, Malta e Geórgia. Interpretou o papel de Bastien, na ópera "Bastien und Bastienne" de Mozart sob a Direcção do maestro Max Rabinovitch. Orienta regularmente workshops e masterclasses de técnica vocal. Atualmente é professora de Canto e Classe de Ópera na Academia de Música de Lagos, onde também exerce a função de Diretora Pedagógica; é também docente no Conservatório Regional do Baixo Alentejo (Beja) e no Conservatório Regional de Évora (Eborae Musica).

Daniela Tomaz | flautas & adufe

Daniela Tomaz inicia os seus estudos musicais em 1990 no Conservatório Regional de Gaia como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, estudando com Pedro Castro, Pedro Couto Soares e Pedro Sousa Silva. Em 2008 prossegue com os estudos musicais no Departamento de Música Antiga da Hogeschool voor de Kunsten Utrecht (HKU), Países Baixos, sob orientação de Heiko ter Schegget em Flauta de bisel e Wilbert Hazelzet em Traverso, graduando-se em Abril de 2012 Cum Laude. É diretora artística do Ensemble Med, Voce Humana e No Sopro do Vento, especializados em Música Antiga Medieval/Tradição Oral, Renascimento e Barroco, apresentando-se regularmente em França, Países Baixos e Portugal, destacando Utrecht Early Music Festival (Agosto 2011), De Open Blokfluit Dagen Amsterdam (Outubro 2012), the Kastelconcerten Series, Rasa Theatre, I/II/III Ciclo de Música Antiga [Early Music Festival] Sons Antigos a Sul , Catherijn Convent Music Series, (Agosto 2014), com Didier François; Eric Salhstrom Institute selected ensembles Womex Fair in Santiago de Compostela [ES] (Outubro2014), Comemorações do Dia Internacional da Língua Portuguesa, em Ivane Javakhishvili, Tbilisi State University (Maio 2015) , Festival Med Classic, (Loulé, Junho 2015), Tharaux Festival (França, Julho 2015), Dia da Cultura Portuguesa (Tbilisi, Geórgia, Maio 2015), Semana da Cultura Europeia na Geórgia (Tbilisi e Poti, Novembro 2015) e Tournée Ensemble Ditirambo Mexico Dezembro 2016. É Directora Artística da Academia de Música de Lagos desde 2013. É também licenciada em Arquitectura pela Universidade do Porto desde 2005.

Eduardo Ramos é cantor, compositor e toca Alaúde árabe e outros instrumentos árabes, portugueses e africanos.

Músico autodidacta começou a sua carreira a tocar Música Tradicional Portuguesa e algum Rock-Jazz, assim como música Africana. Participou em inúmeros espectáculos em Angola onde viveu alguns anos, Espanha, Bélgica e Alemanha onde participou num concerto internacional transmitido pela rádio e televisão da Baviera e no Festival der Kulturen em Augsburg. Através da Câmara Municipal de Mértola marcou presença no "Oralidades", programa da União Europeia, onde actuou na cidade de Birgu em Malta, em Ourense na Galiza e em Sliven na Bulgária. Actualmente Eduardo Ramos dedica-se ao estudo e à interpretação da música Medieval Ibérica do sec.XIII, assim como da Música Árabe e dos Judeus Sefarditas do Ocidente e Oriente, sendo um dos percussores da divulgação desta música em Portugal. Eduardo Ramos tem tocado por todo o país em concertos que se realizaram em Igrejas, Museus, bibliotecas, Centro Cultural de Belém, Mosteiro Dos Jerónimos para a Associação Portugal - Egipto com a presença dos embaixadores de Marrocos e Argélia e igualmente para a senhora embaixatriz do Egipto. Actua também em feiras medievais e outros eventos dedicados a noites árabes. Participou em alguns programas da televisão portuguesa e foi entrevistado para a rádio, jornais e revistas. Tem seis álbuns gravados, sendo os três últimos dedicados à música Medieval, Sefardita e Árabe. Formou o grupo musical “Ensemble Moçárabe”, com o qual tem dado concertos por todo o país. Tem tocado com grandes músicos como Rão kyao, Raimundo Engelhartdt, Pedro Jóia, Paulo e Joaquim Galvão, João Pedro Cunha, Bruna Mélia, Tuniko Goulart, Vilma Keutcharian, Baltazar Molina. Acompanhou com o alaúde o grande poeta palestino Mahmoud Darwich declamando a sua poesia no Mosteiro da Arábida e no Centro Cultural de Cascais. Realizou vários concertos de entre os quais, para o príncipe Aga Kahn, durante a sua visita a Portugal 82008), com guitarrista Pedro Joia e no Festival de Cultura em Augsburg na Alemanha (2009), no ambito do programa Oralidades da União Europeia, actuou em Orense na Galiza, Birgu na ilha de Malta, Sliven na Bulgária e Ravenna na Itália 82010), em Badajoz e no Auditório do Museu do Oriente (2013), a convite da Embaixada de Portugal em Marrocos actuou no Festival Des Cordes Pincées em Rabat e no Festival de Guitarra de Lagoa- Algarve (2014), Concerto no Festival Internacional de Musique Sacrée du Monde em Fez- Marrocos e no Festival Otoño Sefardi - Córdoba - nas comemorações dos 700 anos da Sinagoga 82015), ” Dias da Música “ no Centro Cultural de Belêm – Lisboa e Capela Nª Sº da Guadalupe, Vila do Bispo no âmbito do programa DIVAM da Direção Regional da Cultura do Algarve, Badajoz nos Jardines de la Gallera no Almossasa, Convento S. José – Lagoa, Recital de Música com Poesia de Florbela Espanca – Vila Viçosa (2016) e Concerto com o Ensemble Carmin ´Antiqua no ciclo de Concertos Tavira Património Artes (2017).

Obra de Conservação e Restauro dos Módulos de Taipa Almóada do Castelo de Paderne 

Assinatura do contrato de adjudicação 

PROGRAMA

17h00 - Chegada de convidados ao Castelo

- 17h30 - Breve intervenção da Dr.ª Natércia Magalhães - “Dar Futuro ao Passado - A obra explicada ao Público”

17h50 - Assinatura do contrato para a empreitada da OBRA DE Conservação e Restauro dos Módulos de Taipa Almóada do Castelo de Paderne - Torre Albarrã entre a DRCAlg. e a empresa In Situ, Conservação de Bens Culturais, Lda.

- 18h00 - Intervenções pelo Presidente da Câmara, Presidente da Fundação Millenium BCP e Diretora Regional da DRCAlg..

- 18h15 – Fim da cerimónia

Cartaz

“Le Plein du Super”

Sessão de cinema ambulante e Gastronomia do Mundo

Vai decorrer na Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe no dia 28 de julho, 6ª feira, a partir das 19h30, o jantar volante Gastronomia do Mundo seguido, às 21h, de uma sessão de cinema ambulante ao ar livre, com projeção de curtas metragens e cinema de animação, “Le Pleine de Super” com La Boite Carré.

A entrada é livre e destina-se a um público de todas as faixas etárias.

La Boite Carrée é um projecto de Julie e Yan Rimbaud que tem a sua sede em Nantes, França. Dedicam-se ao cinema ambulante apresentando uma seleção de filmes de várias regiões do globo, com projeções de cinema numa tela montada diretamente num autocarro, ao ar livre.

Em abril de 2016 chegaram a Portugal iniciando as projeções no sul de Portugal rumo ao norte, num itinerário "nómada".

Gastronomia do Mundo, o jantar volante que antecede à projeção, será servido ao ar livre com um cardápio na sua grande maioria vegetariano, confeccionado por Maria das Neves a partir de receitas originárias de algumas das regiões do mundo onde os filmes foram realizados.

A participação no jantar é gratuita, mas limitado a um máximo de 40 pessoas.

É necessário, por isso, uma inscrição prévia, até ao dia 27 de Julho, através do email tertulia.associacao@gmail.com

Este é um projeto concebido e produzido por Susana de Medeiros e Conceição Gonçalves da Tertúlia - Associação Sócio-Cultural de Aljezur, integrado na programação do DiVaM 2017 – Lugares de Globalização, o programa de dinamização e valorização dos monumentos da Direção Regional de Cultura do Algarve .

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Folheto ADNVai uma fotografia em família?

Não se surpreenda, enquanto visita a Fortaleza de Sagres, se alguém lhe fizer esta pergunta. É um desafio lançado pelo Teatro Experimental de Lagos.

Faz parte do projeto artístico “ADN - somos todos primos” em que Fátima Vargas e Nelda Magalhães convidam o público casual para participar numa sessão fotográfica de família com pessoas desconhecidas, com o objetivo de uma reinterpretação do conceito de família, do estar social global e da multidiversidade que cada um de nós alberga.

Celebrando o tema "Lugares de Globalização" do programa DiVaM – Globart, da Direção Regional da Cultura do Algarve, ADN promete trazer experiências singulares e divertidas para os participantes.

O resultado desta pesquisa in loco, com o público do monumento mais famoso do "fim do mundo", será uma exposição a ser inaugurada no dia 9 de setembro, no mesmo local.

Para já fica o convite para uma sessão fotográfica diferente, com uma família perto de si, durante os próximos dias do mês julho.

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ADN FACE 2

Logo DGARTESNOVO MODELO APOIO ÀS ARTES

No âmbito das suas atribuições a Direção-Geral das Artes tem em curso os trabalhos conducentes à revisão do modelo de apoio às artes para os financiamentos a atribuir a partir de 2018.

O novo modelo de apoio às artes foi apresentado aos agentes culturais em sessões públicas entre 10 e 13 de julho 2017 em Lisboa, Faro, Coimbra, Porto e Évora. 

Proposta do modelo de Apoio às Artes Consulte Aqui 

Envie-nos o seu contributo até 17 de julho.

Conheça a intervenção conclusiva do SEC nas sessões publicas

Conheça a apresentação do CIES/ISCTE dos resultados do estudo de posicionamentos das entidades artísticas

Para mais informação aqui

Cartaz“Lugares Falados em Comum” no Castelo de Aljezur

“Momentos Fantásticos com Património” pretende contribuir para a afirmação da interculturalidade resultante da presença do cruzamento de povos e culturas, através da dinamização de atividades multidisciplinares com uma forte componente cultural, criativa e educativa.

O programa inicia-se pelas 17 horas com “Lugar do Passado e do Presente – Que lugar é este?” - caminhada interpretativa pelo centro histórico de Aljezur, onde se propõe uma reflexão em torno da cultura, identidade e do património –“Que lugar é este?” e qual o seu contributo e papel nos “Lugares de Globalização”. O ponto de encontro será junto ao mercado municipal. Esta é uma actividade que requer inscrição, através de sonia.felicidade@vicentina.org

O Chá das 5 - Grupo de Leitura Teatral terá início pelas 18h30 no castelo de Aljezur. Esta é uma criação de Neusa Dias, Paula Gonçalves, Cristina Chafirovitch, Inês Cardoso e Marta Gorgulho, acolhida pela Rizoma Lab. Neste programa, dedicado ao tema “Lugares da Globalização”, textos de teatro nos desafiam a pensar sobre as forças e poderes da globalização em países outrora colonizados por Portugal. O público será convidado a participar, quer sejam crianças, jovens ou adultos que pretendam fazer parte do espetáculo e experienciar a possibilidade de interpretar personagens. Será apresentado o texto de “As Orações de Mansata” de Abdulai Sila, escritor natural da Guiné-Bissau.

Pelas 20h30 está prevista a apresentação de Conto Dançado «Milho por Peixe», um projeto de Arantxa Joseph, que privilegia a interação com o público, e que tem como ponto de partida as danças do continente africano e os contos e fábulas tradicionais das sociedades da sua costa ocidental. «Milho Por Peixe», tem como referência um conto tradicional recolhido na República do Togo e para além de procurar divulgar valores de entreajuda e tolerância, pretende promover uma maior aproximação da população portuguesa, proveniente de diversos backgrounds culturais, à cultura africana.

A partir das 18 horas estará assegurado o serviço de comida e de bebida junto ao recinto do Castelo de Aljezur.

“Momentos Fantásticos com Património: Lugares falados em Comum” irá acontecer ainda na Fortaleza de Sagres, no dia 23 de setembro, com um programa multidisciplinar, desta vez com a apresentação do “O Pagador de Promessas” do dramaturgo brasileiro Dias Gomes, pelo Chá das 5- Grupo de leitura teatral, um atelier para crianças, “Petiscos e Sabores a Lusofonia”, entre outra actividades. E a “magia” de poder pernoitar e sonhar neste lugar.

Uma programação da Vicentina – Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste, para o DiVaM 2017 – Dinamização e Valorização dos Monumentos, programa cultural da Direção Regional de Cultura do Algarve.

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PROGRAMA COMPLETO:

Programa

Logo DGARTESNOVO MODELO DE APOIO ÀS ARTES | SESSÕES DE APRESENTAÇÃO

No âmbito do processo de revisão do Modelo de Apoio às Artes, que teve início no passado mês de fevereiro com uma auscultação ao setor desenvolvida pelo CIES/ISCTE–IUL, o Ministério da Cultura realizará, através da Direção-Geral das Artes, várias sessões para apresentação dos resultados deste processo de auscultação e da proposta do Governo para o Novo Modelo de Apoio às Artes.

Estas sessões contarão com a presença do Senhor Secretário de Estado da Cultura, da Diretora-Geral das Artes e do coordenador científico da equipa do CIES/ISCTE-IUL, responsável pelo estudo “Posicionamento das Entidades Artísticas no Âmbito da Revisão do Modelo de Apoios às Artes”.

Os agentes culturais são, assim, convidados a integrar as apresentações, com a seguinte calendarização:

11 JULHO, 3ª feira

LISBOA 9h30/12h30, no Teatro Nacional D. Maria II

confirmar presença para: info@dgartes.pt

 

FARO 16h30/19h30, no Teatro das Figuras

confirmar presença para: cristina.santos@cultalg.pt e geral@cultalg.pt

 

12 DE JULHO, 4ª feira

COIMBRA 9h30/12h30, no Convento de São Francisco

confirmar presença para: icesar@drcc.gov.pt e celesteamaro@drcc.gov.pt

PORTO 16h30/19h30, no Mosteiro São Bento da Vitória

confirmar presença para: faraujo@culturanorte.pt

 

Cada sessão terá uma duração de 3 horas e as presenças deverão ser confirmadas até dia 7 de julho para os endereços de correio eletrónico indicados para cada uma das sessões.

Oedro PinhoO realizador Pedro Pinho ganha o Prémio CineVision 2017

O Ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, felicita o realizador Pedro Pinho pelo Prémio CineVision 2017, recebido no âmbito do Festival de Cinema de Munique, com o filme “A Fábrica de Nada”.

O Prémio CineVision distingue realizadores de primeiras e segundas obras e é inédita a atribuição de um prémio a um realizador português.

Pedro Pinho, um dos realizadores da nova geração, tem um percurso nas áreas do documentário e da direção de fotografia, mas é a sua primeira longa-metragem de ficção que ganha projeção internacional e a atenção da crítica especializada.

“A Fábrica de Nada” é um filme criado em colaboração com Luísa Homem, Leonor Noivo e Tiago Hespanha, a partir de uma ideia de Jorge Silva Melo e da peça de teatro de Judith Herzberg, por ele encenada.

O filme teve estreia mundial em maio, na Quinzena dos Realizadores/Festival de Cannes, onde foi distinguido com o Prémio FIPRESCI.

“A Fábrica de Nada” tem apoio do Estado, concedido através do Instituto do Cinema e do Audiovisual.

cartaz“Perspectivas 8º56´53.6”W | 37º00´03.3”N”

“Perspetivas 8º56´53.6”W | 37º00´03.3”N” é uma exposição coletiva de vários artistas provenientes dos 5 continentes, em que o Promontório de Sagres constitui o epicentro de uma manifestação artística à escala global.

Este projeto resulta de um desafio lançado a vários artistas do Mundo em criar uma obra sobre um lugar que não conhecem presencialmente mas somente através dos recursos tecnológicos, que a internet providencia. Este é um exercício da era digital em que vivemos e que resulta na apresentação das várias perspectivas artísticas, sobre um lugar em particular. O Promontório de Sagres torna-se assim o Centro do Mundo, enquanto lugar de Globalização digital e tecnológica.

A inauguração irá acontecer na Fortaleza de Sagres, no dia 8 de julho, pelas 17 horas estando prevista a exibição de um filme com o testemunho dos artistas sobre o projeto e seu trabalho criativo. A exposição estará patente até 3 de setembro.

Os artistas participantes são Arrachme (E.U.A.), Lea Dolinsky (Israel), Abdolreza Rabeti (Irão), Adrian Lis (Roménia), Carmen Heemels (Holanda), Valery Valius (Rússia), Anneli Di Francis (Finlândia), Adrian Russell-Davies (Austrália), Gabriela Pickett (México), Lusine Breitscheidel, (Alemanha), Jonathan Benitez (Filipinas), Felipe Barbosa (Brasil), Sweta Jah (India) e Damien Senyuy (Camarões).

Projeto de Nuno Murta e Carlos Norton, promovido pela Fungo Azul Associação Cultural e integrado no ciclo GlobArt do programa DiVaM 2017 - Dinamização e Valorização dos Monumentos - organizado pela Direção Regional de Cultura d0 Algarve

“Perspectivas” irá ainda acontecer nas Ruínas Romanas de Milreu a 22 de Setembro, passando este monumento algarvio a ser o centro do Mundo deste projeto artístico .

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ANOMALIA NA PÁGINA DO FACEBOOK DA DRCAlg

Aos Amigos e Visitantes da nossa página informamos que a mesma se encontra a funcionar indevidamente, impedindo de a atualizarmos e responder a mensagens.

Já se despoletou todos os meios de comunicação para os gestores deste espaço alertando para esta anomalia, aguardando que procedam às devidas correções.

Agradecemos a vossa compreensão.

Fotografia"Recintos de Espetáculos de Natureza Artística e Direito de Autor" - Colóquio

No passado 21 de junho de 2017, nas instalalações da Direção Regional de Cultura do Algarve, decorreu o colóquio subordinado ao tema “Recintos de Espetáculos de Natureza Artística e Direito de Autor”.

Estiveram na mesa, como oradores, a Diretora Regional de Cultura do Algarve, Profª Doutora Alexandra Rodrigues Gonçalves, o Inspetor-geral das Atividades Culturais, Dr. Luís Silveira Botelho, Engenheira Noémia Salette Mendes, Arquiteta Joana Costa e o Inspetor Superior Ricardo Hipólito.

No final houve espaço a um debate.

Para consulta deste colóquio aqui

Teolinda GersãoGrande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco

Ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, saúda e felicita vivamente a escritora Teolinda Gersão pela atribuição do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, que lhe foi concedido pelo seu livro Prantos, amores e outros desvarios.

O Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco possui o valor de 7.500 euros, tendo sido criado em 1991 pela Associação Portuguesa de Escritores, em parceria com a autarquia de Vila Nova de Famalicão, distinguindo um autor português ou de um país africano de expressão portuguesa.

Teolinda Gersão é desde o início da década de 1980 uma das vozes mais sólidas da ficção narrativa contemporânea, quer no campo do romance, quer no de narrativas mais breves, em particular nos seus contos, cuja brevidade lhes aumenta o poder sugestivo.

Detentora de um estilo muito pessoal, a autora mostra-se capaz de construir personagens credíveis, intensas e ao mesmo tempo surpreendentes, quase enigmáticas, que nos interpelam pelo modo como vivem as suas vidas, em cenários sempre marcados pela força de cada atmosfera peculiar, compondo assim um caleidoscópio humano através do qual podemos observar o mundo, graças a uma especial aliança entre palavras, pensamentos e emoções. 

 

José Eduardo AgualusaNota de Congratulação

O Ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, saúda e felicita vivamente o escritor José Eduardo Agualusa pela atribuição do International Dublin Literary Award, que lhe foi concedido pelo seu romance Teoria Geral do Esquecimento.

O International Dublin Literary Award tem o valor de 100 mil euros, sendo o maior do género para uma obra de ficção publicada em inglês, e desde 1996 já premiou autores como Orhan Pamuk, Javier Marías, Michel Houellebecq, Colm Tóibin, Jim Crace, David Malouf ou Herta Müller. Ao longo das suas 21 edições, esta é a nona vez que o vencedor é um livro traduzido e a primeira que premeia uma obra originalmente escrita em português.

O prémio é gerido pelas Bibliotecas Públicas de Dublin, com o apoio da autarquia da capital irlandesa, e é atribuído todos os anos a um livro escrito ou traduzido para inglês.

O romance Teoria Geral do Esquecimento já tinha sido finalista do Man Booker International em 2016 e representa um dos momentos mais altos na obra de José Eduardo Agualusa, na plena maturidade da sua escrita.

Centrado numa portuguesa que permanece em Angola após a revolução e a independência, este livro acompanha toda a evolução angolana das últimas décadas, distinguindo-se pela sua capacidade de descrever a subtil mistura de sofrimento e de esperança que anima as suas personagens e as faz continuar a viver. Trata-se de uma obra em que José Eduardo Agualusa consegue surpreender o leitor, ao mesmo tempo que o leva a refletir sobre o sentido mais amplo e profundo da vida humana, flutuando entre a memória e o esquecimento.

Nuno JudiceNota de Congratulação

O Ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, saúda e felicita o poeta Nuno Júdice pela atribuição do Prémio Literário Camaiore, que lhe foi concedido pela tradução italiana do seu livro Fórmulas de uma Luz Inexplicável.

Este prémio literário italiano vai na sua 29ª edição e o júri foi composto por Rosanna Lupi, Corrado Calabrò, Emilio Coco, Vincenzo Guarracino, Paola Lucarini, Renato Minore e Mario Santagostini.

Originalmente detentora de uma forte carga discursiva, que se tem vindo a ampliar para territórios marcados por uma componente irónica mas também melancólica, a obra de Nuno Júdice exibe igualmente uma clara dimensão narrativa. Partilhando com os leitores um conjunto de experiências por vezes muito subtis e atentas às mais ínfimas variações da realidade, a sua poesia tanto pode nascer de recordações da infância, de reflexões metapoéticas, de reminiscências provenientes de personagens históricas ou ficcionais ou, enfim, provir de um quotidiano em que inúmeras situações podem dar origem a um poema.

Traduzida e reconhecida por todo o mundo, a poesia de Nuno Júdice é hoje uma das que melhor demonstram a vitalidade da literatura portuguesa.

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